quarta-feira, 11 de maio de 2011

Câmara debaterá proibição de propaganda para crianças e adolescentes


"A Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara realizará no dia 17 de maio, às 14h30min, no Plenário 13 da Casa, um seminário para debater projeto de Lei 5921/2001, que proíbe a propaganda de produtos voltados para o público infantil e que induzam a criança e o adolescente.

O seminário foi proposto pelo deputado federal Emiliano José (PT-BA) e reunirá representantes de agencias de publicidade, de defesa do consumidor, dos direitos da criança e do adolescente, do Ministério da Justiça, dentre outros".


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Tablet vira mania entre adultos e crianças e motivo de briga


"É quando a mãe de Beatriz Guardabassi, 9, chega em casa que a brincadeira começa. No iPad da mãe, a menina brinca de trocar a roupa da Barbie, faz a boneca virar confeiteira e ensina a mãe a jogar xadrez. O brinquedinho vira até motivo de briga: "Tem vezes que a minha mãe quer usar e o meu tio também, e vira uma confusão", conta.

O tablet funciona como um computador. Nele, dá para brincar com games, pintar, desenhar e ler livros. Não precisa ligar na tomada nem usar mouse ou teclado. Basta o toque dos dedos para acionar a tela. iPad é um dos modelos.

Manuela Werneck, 11, fala do aparelho como quem entende do assunto: "O tablet é 'touch' [sensível ao toque, em inglês] e não trava como o computador". A menina, assim como suas irmãs gêmeas Maria e Caroline, 6, adora brincar com jogos como quebra-cabeça.

Na casa delas, o tablet é também disputado com o pai. Como resolver a questão? O jeito foi fazer sorteio.

Para não ter briga, Guilherme Mendes, 9, ganhou um iPad só para ele. Mas nem assim ficou livre de confusão: "Meu iPad tem capacidade maior que o do meu irmão, de 14 anos. Ele pega o meu e a gente briga".

O especialista em tecnologia Alexandre Momma diz que é legal o tablet ser usado pela família toda.

"A ideia das redes sociais veio para ficar mesmo. O tablet também veio para ser compartilhado", afirma.

Amigos ou inimigos?

Uma pesquisa da fundação Kaiser Family de 2010 apontou que crianças e jovens americanos de 8 a 18 anos passam mais de sete horas mexendo com computador, celular e outros eletrônicos. Mas é preciso ter cuidado com o excesso.

A luz dos tablets, por exemplo, pode fazer mal para a visão. E é importante ter cuidado com quem se fala pelo tablet e por outros aparelhos, para garantir a segurança na internet. O ideal é dosar bem as atividades nos eletrônicos com outras brincadeiras, principalmente ao ar livre.

Do papel à tela

Conheça o caminho que as histórias escritas percorreram:

Papiro
É uma planta que começou a ser usada entre 2500 e 4000 antes de Cristo, no Egito, para criar uma espécie de papel. Na mistura do papiro, tinha também cola, farinha ou miolo de pão cozido.

Pergaminho
Era feito com pele de animais como o carneiro. Os pergaminhos mais antigos que os cientistas encontraram são do século 3 e estão na Biblioteca Vaticana, na Itália.

Papel
Os livros começaram a ser feitos na China, por volta do ano 213 antes de Cristo, com folhas de seda. Elas eram bem caras. Por isso criaram um papel com cascas de plantas. Hoje, o papel é feito com madeira.

Prensa
No século 15, um homem chamado Gutenberg começou a usar tipos móveis (espécie de carimbo) para produzir livros. Assim, foi possível imprimir livros em vez de escrevê-los à mão.

Tela
Surgiu na TV e no computador. Nos anos 80, cientistas começaram a estudar telas sensíveis ao toque dos dedos. Elas ficaram famosas com o iPhone, o celular da Apple, e estão nos tablets.

Ler é outra aventura

O tablet é mais do que um brinquedo. Os especialistas contam que ele deve entrar até nas escolas. Já imaginou os seus livros escolares dentro dele? Com certeza, a mochila ficaria bem mais leve.

Mas algumas histórias já estão sendo contadas para crianças nesses aparelhos. Em "A Menina do Nariz Arrebitado" (ed. Globo), de Monteiro Lobato, peixes nadam na página e, com os dedos, você brinca de desembaralhar letrinhas.

Outra editora pioneira é a Manati. Ela lança neste mês "Chapeuzinho Vermelho" e "Os Três Porquinhos" para iPad. Com ilustrações de Mariana Massarani, eles têm opções divertidas, como gravar a voz de quem brinca.

Os tablets também são cheios de notícias. A revista "Timbuktu", feita na Itália, conta o que ocorre no mundo para as crianças (em inglês).

Por causa do interesse das crianças, fabricantes anunciaram que vão produzir tablets especiais para elas até o fim do ano. Os aparelhos devem ter tela mais resistente e bordas emborrachadas, para não estragar facilmente.

Fontes: Alexandre Momma (diretor de atendimento da área de tecnologia da TNS Research International); Eduardo Chaves (consultor da Microsoft e diretor de gestão educacional da Lego Education no Brasil); Guilherme Werneck (CallNet); Marcos Maltempi (professor do Departamento de Estatística, Matemática Aplicada e Computação da Unesp de Rio Claro) e Sônia Petitto (professora do Departamento de Educação da Unesp de Marília)."

Martha Lopes
07/05/2011
Reproduzido da Folha de S. Paulo Via FNDC

Verdade, Propaganda e Manipulação dos Media


"Nunca como agora foi tão importante haver vozes e fontes de informação independentes e sérias. Mas, sobretudo no que diz respeito aos grandes media convencionais, o que se verifica é a sistemática manipulação e enviesamento da informação. O que não admira estando, como estão, inteiramente ligados ao grande capital transnacional e às estruturas centrais do poder imperialista.

Nunca como agora foi tão importante haver vozes e fontes de informação independentes e sérias. Somos, como sociedade, inundados e asfixiados por um dilúvio de informação proveniente de uma larga rede de fontes de informação, que de uma forma geral servem interesses poderosos e os que os detêm. As principais fontes de informação para consumo público e oficial incluem os media convencionais, os media alternativos, a universidade e os “laboratórios de ideias” (think tanks).

Os media convencionais são os mais óbvios quanto a manipulação e enviesamento. São propriedade directa de grandes empresas multinacionais e através dos respectivos quadros de direcção estão ligados a uma quantidade de outras grandes empresas globais e aos interesses das elites. Um exemplo destas ligações pode ser avaliado através do quadro da Time Warner."

Andrew Gavin Marshall . Center for Research on Globalization
Via FNDC

Leia o texto completo na página do ODiario.info clicando aqui.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Como a internet está mudando a televisão


As mídias sociais estão revolucionando tudo, principalmente na área da comunicação. Mesmo com a internet ainda estando em fase de crescimento e principalmente pelo fato de os serviços relacionados ao acesso ainda serem muito contrários às pesquisas que mostram os brasileiros como um povo que passa muito tempo conectado.

televisão já é a muito tempo a principal ferramenta de comunicação de massa e continua a escrever tendências e exercer grande influência na sociedade. Mas este império criado pelas grandes emissoras do país também esta se rendendo a essa recente revolução.

Citamos aqui algumas constatações que comprovam que essas grandes empresas de comunicação estão se rendendo as novas tecnologias, seja por medo de ser substituído por elas ou apenas para oferecer um serviço mais completo aos tele-espectadores.

Jornalismo: Talvez uma das primeiras áreas da televisão a tentar se adaptar as novidades da internet. O jornalismo vem se adaptando com a internet, vemos programas jornalísticos de diversas emissoras fazendo matérias sobre acontecidos da web, tentando atrair de volta aquele público que está migrando para a internet...

Novelas: As novelas talvez sejam a melhor ferramenta que a televisão possui para exercer o seu poder. Podemos perceber essa influência quando vemos modas serem lançadas pela novela das 20h que está passando...

Programação: Já vemos que a internet vem mudando a grade de horários das grandes emissoras brasileiras. Como em qualquer empresa, as emissoras vivem em base a resultados e retorno por parte dos clientes, os espectadores no caso da televisão....


Publicidade: O assunto publicidade tradicional contra a nova publicidade já é assunto comum...

Entretenimento: Outra função que a televisão está perdendo é o poder de entretenimento que vem sendo “roubado” pela internet, principalmente na parte do público jovem...

Dennis Altermann

Leia o texto completo em Midiatismo clicando aqui.

A maioria dos pais desconhece o que filhos assistem na TV


66% não sabem o conteúdo que crianças veem, e para 25%, a TV é como babá

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira na Grã-Bretanha alerta: é preciso mais rigor dos pais na hora de selecionar - e fiscalizar - o que seus filhos assistem na TV. O levantamento mostra que 54% dos pais admitem que suas crianças assistem a programas de conteúdo adulto na televisão - o que inclui novelas e filmes com cenas de violência, drogas, assassinatos e abuso de menores.

E o estudo ainda traz outros números preocupantes: 78% dos pais afirmam que deixam seus filhos em frente à TV por pelo menos duas horas ao dia e 66% desconhecem totalmente o conteúdo do que eles assistem. Além disso, 25% das mães reconhecem que o aparelho é utilizado como uma espécie de babá.

A pesquisa foi coordenada pela organização The Communication Trust, organização ligada ao Ministério da Educação da Grã-Bretanha. Ao todo, 1.000 casais responderam a questionários sobre os hábitos de seus filhos em frente à TV.

Conselhos

A partir dos resultados, foi desenvolvido uma cartilha sobre o que é aconselhado para crianças menores de 5 anos quando o assunto é entretenimento. Entre as dicas, estão: assistir aos programas com os filhos, conferir a classificação indicativa, responder a eventuais perguntas dos pequenos a respeito do que veem e assegurar que a TV não seja a única diversão deles. Brincar longe do controle remoto é fundamental, enfatizam os especialistas.

As consequências da falta de supervisão dos pais em casa já chegou às escolas. Há dois anos, a Associação Britânica de Professores alertou que as crianças tendem a imitar o comportamento dos personagens que elas veem na televisão, o que aumenta os níveis de desobediência dentro das salas de aulas.

Reproduzido do FNDC.

FNDC: Seminário “Marco Regulatório – Propostas para uma comunicação democrática”


O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) realiza, nos dias 20 e 21 de maio, no Rio de Janeiro, o Seminário “Marco Regulatório – Propostas para uma comunicação democrática”.

No evento, o Fórum retoma as demandas originadas a partir da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom, 2009) de onde vai tirar um elenco de prioridades que considera estratégicas para compor o escopo do marco regulatório do setor. “O debate sobre o marco regulatório das comunicações continua intenso, através das entidades ligadas à democratização da comunicação, nos estados e municípios”, destaca a psicóloga Roseli Goffman, membro da Coordenação Executiva do FNDC, onde representa o Conselho Federal de Psicologia.

Afinando o debate

Roseli ressalta que o FNDC, empenhado na sua proposta de ampliação da esfera pública, vem trabalhando para que o marco regulatório das comunicações não seja demonizado e traga o contexto das propostas na Confecom. “Por isso, esta reunião é estratégica para todas as entidades que atuam na democratização da comunicação no Brasil”, reflete Roseli. Ela salienta que no Rio de Janeiro, onde será realizado o seminário, já existe, criada pela Câmara Muncipal, a Frente Parlamentar pela Democratização da Comunicação e da Cultura (leia aqui) e está em andamento a criação de uma frente em caráter estadual – as entidades que participam do Fórum estão engajadas neste processo. “E há o convite à retomada pelos Estados neste debate. O FNDC propõe que o controle público surja agora, da base da sociedade”, reforça Roseli.

Leia o texto completo e confira a programação na página do Fórum Nacional pela democratização da Comunicação clicando aqui.

Era da Informação: dados demais, filtros de menos?


"Há pouco mais de um ano, este blog publicou um texto sobre o "dilúvio informacional" dentro do qual tentamos navegar no imenso oceano de dados em rede do mundo contemporâneo, para entender um pouco da era da informação e do conhecimento. nosso ponto de partida foi um relatório especial da Economist sobre como estamos gerando dados e vivendo cercados por eles, quase sem ter como escapar.

Inclusive porque já estamos na situação em que a torrente de informação gerada por pessoas e sistemas, informatizados e conectados, já não tem nem mais onde ser guardada, como mostra o gráfico ao lado. e isso há tempos: desde 2007, se cria bem mais informação do que os sistemas de arquivos podem armazenar. mas não é só a criação que importa, é o fluxo de informação também: segundo a CISCO, o tráfego global na internet cresceu 45% em um ano [entre 2009 e 2010], chegando a 15 exabytes por mês. e os sinais são de que tal fluxo será quatro vezes maior em 2014, chegando a 767 exabytes no ano. leve em conta que um exabyte é um quintilhão de bytes, algo com nada menos que 18 zeros depois do 1… e pense no volume de dados indo de um ponto a outro na rede mundial.


Sílvio Meira

Leia o texto completo na página do Terra Magazine clicando aqui.

Via Educação Política por Glauco Cortez.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Consideraciones para entrevistar a Niños, Niñas y Adolescentes


Consideraciones para entrevistar a Niños, Niñas y Adolescentes

Las niñas, niños y adolescentes son conscientes de las cosas que pasan en la sociedad en la que viven y tienen algo que contar.

Entrevistar a las niñas, niños y adolescentes mantiene las mismas técnicas periodísticas básicas utilizadas con los adultos, aunque varían algunas formas y métodos.

1. Todos los niños, niñas y adolescentes tienen derecho a la privacidad. No deben ser entrevistados si no quieren y tampoco deben ser publicados sus nombres o detalles que contribuyan a identificarlos si ellos no lo desean o si no se cuenta con la autorización de un adulto, en caso de ponerlos en peligro o dañarlos.

2.    Ningún niño, niña o adolescente puede ser entrevistado si han sido vulnerados sus derechos. Por ejemplo: en casos de abuso y explotación sexual, explotación laboral o en cualquier otro tipo de situación de riesgo. Esta medida se toma para evitar la revictimización.

3. Preséntese, cuénteles dónde trabaja y qué hace; explíqueles cuál es el objetivo de la entrevista, por qué y para qué les va a entrevistar y dónde va a salir publicada la nota.

4. Asegúrese que los niños, niñas y adolescentes aprueben que lo que digan sea publicado.

5. Explíqueles el funcionamiento del equipamiento técnico (cámaras de fotos, grabadores o videos), en caso de que se utilicen en la entrevista.

6. Disponga la mayor cantidad de tiempo posible.

7. Cuente con el permiso o autorización de los padres, escuela o la organización contactada para entrevistar a las niñas, niños o adolescentes.

8. Utilice espacios pequeños y con privacidad. Ubíquese a la misma altura que el niño o niña; evite sillas que lo coloquen en una posición distinta al resto; no hable con el niño, niña o adolescente por “encima del hombro”.

9. Consúlteles cómo quienes ser nombrados en la entrevista, si con sus nombres o nombres ficticios, y si quieren ser fotografiados. Es necesario explicarles que en una foto pueden ser identificados. La oportunidad del anonimato puede, en ocasiones, permitirles expresar sentimientos u opiniones que de otro modo no se atreverían a decir.

10. Adapte el lenguaje a las niñas, niños y adolescentes. Utilice explicaciones simples y claras que puedan ser entendidas por todos. Las preguntas deben ser claras y abiertas. Otorgue el tiempo necesario para que las respondan.

11. Es preferible hacer preguntas precisas sobre lo que alguien hizo o dijo, antes que indagar sobre las sensaciones experimentadas por la niña, niño o adolescente. Si ella o él se siente cómodo, revelará cómo se siente, pero puede sentirse presionado con preguntas directas sobre sus sentimientos."

Reproduzido de Agencia de Comunicación de Niñas, Niños y Adolescentes ACNNA . Ecuador Via Facebook

Liberdade de imprensa ou estelionato midiático?


"Uma outrora majestosa senhora agoniza no dia 3 de maio, em que o mundo deveria celebrar sua soberania. Falamos da liberdade de imprensa. Pobre liberdade. A menina dos olhos dos verdadeiros democratas já viveu dias mais gloriosos na época em que o idealismo, muito mais que as verdinhas, movia as mentes e corações dos jornalistas.

Mas de que liberdade de imprensa falamos? A genuína – e única. Aquela que pressupõe o compromisso inquebrantável com dois pressupostos: a verdade e o bem estar da maioria. Liberdade de imprensa, portanto, é o direito de qualquer cidadão dizer o que pensa. Mas com três condições: apenas se alicerçado pelos fatos, pelo bom senso e pelo seu propósito sincero de contribuir para o desenvolvimento da sociedade. Isso tem outro nome: exercício responsável da democracia e da cidadania.

Do exposto, conclui-se o óbvio – e nele reside o cerne deste artigo: o povo do andar de cima de grande parte da mídia, nele incluídos muitos colegas jornalistas, não defende a autêntica liberdade, mas um clone teratológico. A liberdade que preconizam é somente a sua, não a da maioria dos cidadãos.

Consiste somente no seu suposto direito de deixá-los dizer tudo o que pensam e fazer tudo o que querem, sem nenhum arreio institucional."

Aurélio Munhoz . Carta Capital
04/05/2011

Leia o texto completo clicando aqui.

Alunos conectados vão mudar o modelo educacional

Para Sílvio Meira, a mudança no ensino virá em função do novo tipo de aluno que começa a chegar às escolas, o aluno conectado. Estes estudantes, que usam a WEB intensivamente para suas pesquisas, não vão mais aceitar professores que repetem conteúdos de livros, levando o sistema a mudar. No vídeo abaixo ele mostra como essa mudança vai se dar.