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domingo, 10 de abril de 2011

Análise: marcas e desafios do governo Dilma em mídia


"Especialistas analisam marcas e desafios do governo Dilma em dez áreas

Em uma conferência organizada pelo King's College, da Universidade de Londres, especialistas em dez áreas diferentes avaliaram o início de governo da Dilma e fizeram uma projeção do que se pode esperar pela frente. Confira a seguir um resumo das suas análises.

Mídia

Carolina Matos*

Há a necessidade de mudar o papel da TV pública no país, para ser um meio de qualidade, sem interferência política. As concessões não são transparentes e são poucos os “players” dominantes. Cinco canais detêm 82% do mercado e mostram o mundo sob as perspectivas do Rio de Janeiro e de São Paulo. É preciso ter uma programação de qualidade para atrair audiência e, assim, os anunciantes. O grande desafio do governo Dilma será regular o que é público e comercial, além de definir como será a distribuição dos novos canais de TV digital.

A mídia é importante para o desenvolvimento do país. Mas é preciso desenvolver novas maneiras de identidade, que fuja do ponto de vista único do Sudeste e ofereça novas alternativas de qualidade. Por uma questão cultural, muita gente só assiste TV Globo e não troca de canal. A TV Brasil, criada em 2007 por Lula, merece receber atenção."

Fernanda Calgaro
Especial para o UOL Notícias
Em Londres
10 abr 2011

Leia o texto completo sobre as análises desses especialistas em diversas áreas, no UOL Notícias, clicando aqui.

* Carolina Matos é fellow (equivalente a membro honorário) em comunicação política na London School of Economics (LSE). Atualmente, trabalha num livro sobre mídia e política na América Latina, que deve ser lançado no início de 2012.

quinta-feira, 10 de março de 2011

TV y prensa digital supera a medios tradicionales en EE.UU.


Hasta que llegó el momento. La televisión y prensa digital ya supera el consumo de medios tradicionales en los Estados Unidos, según un reporte de PricewaterhouseCoopers (PwC).

De acuerdo con la agencia Servimedia, los usuarios estadounidenses entre 18 y 60 años dedican 7.3 horas a la semana a ver televisión en la red, ya sea por streaming o descargando archivos. El consumo televisivo alcanza 6.1 horas en promedio.

El consumo en línea se incrementa entre los adultos jóvenes de 18 a 34 años, que gastan unas 8 horas semanales frente a las 5.6 horas que usan para ver TV tradicional.

En el caso de la prensa, esta historia se repite. Los estadounidenses dedican 4.4 horas en promedio a la semana para leer diarios, revistas o libros a través de la red o sus móviles, mientras que la cifra se reduce a 1.9 horas para el formato impreso.

Otros resultados:

. 5.1 horas a la semana para ver películas en Internet, mientras que solo 1,5 horas en el cine.

. 2.4 horas a la semana para juegos en consolas versus 2.1 horas en la red.

. “En conjunto, el consumo digital de ocio, entretenimiento y prensa promedia las 19,3 horas, frente a las 15,8 del tradicional”, según Servimedia.

Sofia Pichihua

Reproduzido de Clases de Periodismo