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terça-feira, 17 de maio de 2011

II Congresso Internacional Menores en las TIC


2nd International Congress 'Children in ICT'

Learning a responsible usage of ICT

Conference Hall - Exhibition site Luis Adaro - (Gijón - Spain)
26th – 27th October 2010

The II International Meeting on Children in ICT intends to follow the path initiated in 2009, at which time we considered the need to create a space for discussion and cooperation on the detection and development of solutions based on the different actors and sectors, national and international stakeholders (developers, educators, families, institutions for the protection of minors, international and national institutions, etc..) lead us to contrasting lines of work around the adoption of measures to encourage safe and responsible use of ICT.

We believe in the need to know and understand the changes that are taking place, and changes in social behaviours associated with these technological changes.

To know how it is approached from the Community legislative framework and / or national challenges point of view, posed by digital content in the information society. Especially with regard to the provisions in the protection of children, protection of privacy and accountability of service providers acting as intermediaries.

The importance of the acquisition of digital competencies and how they must be part of the overall development of children learning to manage their own safety.

The Congress will count with the participation of professionals and national and international researchers, who will share their knowledge, experience, thoughts and future prospects with us.

We believe it is essential in this new edition and responding to contributions made in the evaluation of the I Children in ICT Congress, to invite to share experiences and views with us to:

The Children
The Families
The Teachers

The conference will provide a forum for discussion and open debate and contrast perspectives and experiences with the need to educate, being aware of the risks for prevention, avoid and fight them and above all exploit the enormous advantages of the Information Society.

Veja a programação do evento na página de Menores en la TIC clicando aqui.

Use Facebook como ferramenta educacional



"Usa Facebook como herramienta de educación


Muchos creen que el uso de Facebook es sólo para hacer vida social pero no es así. Esta red social puede ser utilizada fácilmente en el aula ya que la naturaleza de este instrumento es conectar a las personas según sus intereses. A continuación te decimos cómo aprovechar Facebook en el salón de clases.

Hay profesores que se preocupan por el tema de la privacidad al considerar Facebook como una herramienta para la educación ya que muchos educadores no consideran ser “amigos” de sus alumnos pero con la evolución de las TIC el uso de internet es fundamental. Así que te invitamos a abrir tu mente para que también aprendas de tus alumnos.

En primer lugar no te preocupes por el tema de la privacidad ya que Facebook tiene opciones fuertes para cuidar los datos que no queremos compartir. Entonces prepárate para conectarte con tus alumnos y crear una comunidad de aprendizaje."



The Edublogger via Menores en la TIC no Twitter

Leia mais na página de Universia clicando aqui e, na página de The Edublogger, "The Why and how of using Facebook for Educators", clicando aqui.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mídias na educação: televisão


A Mídia televisiva

"A televisão, por sua vez, aproxima-se cada vez mais da realidade cotidiana. O sucesso dos novos programas ("reality shows") como "Casa dos Artistas" e "Big Brother Brasil" mostra o quanto a vivência cotidiana das pessoas alimenta o "show" oferecido pela mídia. A ficção confunde-se com a realidade produzida no espaço artificial dos cenários televisivos. Artistas e pessoas comuns vivem um cotidiano totalmente documentado e exibido e que desperta a curiosidade geral do grande público. A exibição da "performance" das pessoas em cenas de intimidade cotidiana explícita (dormir, comer, tomar banho, namorar) diante da tela confunde os pensamentos, sentimentos, julgamentos e ações dos telespectadores.

A mídia televisiva como tecnologia de comunicação e informação invade o cotidiano e passa a fazer parte dele. Não é mais vista como tecnologia, mas como complemento, como companhia, como continuação do espaço de vida das pessoas. Por meio do que é transmitido pela televisão, as pessoas adquirem informações e transformam seus comportamentos. Tornam-se "teledependentes", consumidores ativos, permanentes e acríticos de tudo o que é oferecido pelo universo televisivo.

Este é um dos maiores desafios para a ação da escola diante do que é veiculado pela televisão na atualidade. Viabilizar-se como espaço crítico em relação às informações e manifestações veiculadas pela TV. Aos professores é designada a importante tarefa de refletir com os seus alunos sobre o que é apresentado pela televisão, suas posições e problemas. Reconhecer a sua interferência no modo de ser e de agir das pessoas e na própria maneira de se comportar diante do seu grupo social, como cidadãos.

Apropriando-se das palavras de Umberto Eco (1997), "nós precisamos de uma forma nova de competência crítica, uma arte ainda desconhecida de seleção e decodificação da informação, em resumo uma sabedoria nova" É preciso saber aproveitar a liberdade e a criatividade do espaço televisivo mas, ao mesmo tempo, aprender a definir os limites, a consciência crítica, reabilitar os valores e fortalecer a identidade das pessoas e dos grupos. Desafios de hoje a serem enfrentados por todos nós, professores."


Vani Kenski

Conheça o Blog “Mídias na Educação clicando aqui.


Leia também "Televisão e escola: um diálogo possível" na página do Midiativa clicando aqui.

A escola e a análise da informação na TV


"Um dos campos mais interessantes de utilização do vídeo para compreender a televisão na sala de aula é o da análise da informação, para ajudar professores e alunos a perceber melhor as possibilidades e limites da televisão e do jornal como meio informativo.

O professor pode propor inicialmente algumas questões gerais sobre a informação para serem discutidas em pequenos grupos e depois no plenário.

- Como eu me informo.
- Que telejornal prefiro e por que.
- O que não gosto deste telejornal e gostaria de mudar.
- Que semelhanças e diferenças percebo nos vários telejornais.
- Que análise faço dos dois principais jornais impressos.

Pode-se fazer uma análise específica de um programa informativo da televisão (por exemplo, do Jornal Nacional) e de dois jornais impressos do dia seguinte. O professor pede a um dos alunos que anote a seqüência das notícias do telejornal e, a outro, que cronometre a duração de cada notícia.

Depois da exibição, o professor pede que os alunos se dividam em grupos e que alguns analisem o telejornal e pelo menos dois analisem os jornais impressos (cada grupo um jornal).

Questões para análise do telejornal

- Que notícias chamaram mais a sua atenção (notícias que sensibilizaram mais, que marcaram mais). Por que.
- Que notícias são mais importantes para cada um ou para o grupo. Por que.
- O que considerou positivo nesta edição do telejornal (técnicas, tratamento de algumas matérias, interpretação...).
- De que discorda neste telejornal (de algumas notícias em particular ou em geral).

Questões para análise do jornal impresso

- Notícias mais importantes para o jornal (quais são as mais importantes da primeira página). Que enfoque é dado?
- Que notícias coincidem com o telejornal (a coincidência é total ou há diferenças de interpretação?).
- Que notícias são diferentes do telejornal (notícias que o telejornal anterior não divulgou)?
- Qual é a opinião do jornal nesse dia (análise dos editoriais, das matérias, que normalmente estão na segunda ou terceira página e não estão assinadas)?

O professor pode reconstruir a seqüência das notícias por escrito na frente do plenário e pede ao cronometrista que anote a duração de cada matéria.

Cada grupo coloca no plenário as respostas à primeira questão. O professor procura reconstruir com todos os alunos as notícias mais importantes para a emissora e para o jornal impresso. Vê as coincidências e as discrepâncias. Convém analisar a notícia mais importante com calma, exibindo-a de novo, observando a estrutura, as técnicas utilizadas, as palavras-chave, a interpretação. E assim vão respondendo às outras três questões, sempre confrontando a informação da televisão com a do jornal impresso, observando as omissões mais importantes.

Com esta análise não se chega a uma visão de conjunto, mas se percebe a parcialidade na seleção das notícias, na ênfase dada, na relativização da informação, na espetacularização da televisão como uma das armas importantes para atrair o telespectador"
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José Manuel Moran

Leia o texto completo no Blog "Mídias na Educação" clicando aqui.


Leia também "Televisão e escola" clicando aqui.