segunda-feira, 13 de junho de 2011

A criança como espetáculo na TV


O mito da mídia

Conexão Repórter

A mídia possui um caráter que pouco percebemos ou nos importa. Narcotiza ironicamente gentileza e altruísmo social em reportagens que colocam em júri – popular, ético ou empresarial? – os acontecimentos sobressalentes na seleção da imprensa. Seja feita a justiça. Na edição de 11 de maio de Conexão Repórter, do SBT, Roberto Cabrini trata do mito Alani, a menina de sete anos que se tornou conhecida internacionalmente como a pequena missionária do Brasil. Com repercussão além do que qualquer criança poderia suportar, pontua sutil ou explicitamente Cabrini, em absurdos 35 minutos e 4 segundos, o programa faz ingenuamente um metajornalismo às avessas: explora até que ponto toda essa exposição prejudica a vida da menina.

Conexão Repórter se utiliza de edições primárias de corte, enquadramento e trilha, no intento de sensibilizar a recepção. Ainda que questões pertinentes sejam colocadas, não foge à característica de espetáculo, como taxa em alguns momentos os cultos religiosos. Eis o realismo fantástico da mídia! Quão piedoso e justo o programa é ao expor e enredar ao comando do sarcasmo inconsequente de Roberto Cabrini seuspersonagens em busca de audiência?

Não haveria nenhuma declaração autorizada socialmente – como a da Psicologia tomada como aval de suas acusações aos pais da criança – que vetasse a abordagem que Cabrini faz à Alani? Responda agora: até que ponto toda essa exposição afeta a vida da menina? Estará sendo a fé explorada? Tanto quanto tudo aquilo que a mídia manipula em prol do paganismo comercial.

Gracy Laport
07/06/2011 na edição 645

Não aceite que o Estado desista de vetar a propriedade cruzada


"Quem realmente entende o fato de que um país em que a comunicação é um feudo não pode ir para frente, tem que parar tudo e prestar atenção nisto: cresce a suspeita de que existe um acordo tácito sendo firmado entre os poderes constituídos da República para enterrar iniciativas legais contra a propriedade cruzada de meios de comunicação no Brasil.

Em nenhum país civilizado é aceitável que uma única família controle mais da metade dos espaços e das verbas públicas e privadas destinadas ao setor de comunicação. Essa é uma situação abusiva e contraria princípios consolidados em todo o mundo livre, sobretudo no Ocidente, nas nações mais desenvolvidas.

Enquanto a grande mídia nacional vende como tentativa oficial de censura a proposta de se criar uma agência reguladora de comunicação nos moldes da Federal Communications Commission (FCC) –  que, em português, significa Comissão Federal de Comunicações –,  nos EUA é proibido, por exemplo, ter uma emissora de televisão e um jornal na mesma cidade.

Em países desenvolvidos e democráticos como Estados Unidos, França ou Inglaterra, um grupo empresarial ou uma família controlarem televisões, jornais, rádios, revistas e portais de internet, tudo ao mesmo tempo, é visto como propriedade “cruzada” de meios de comunição, como ilegalidade, porque dá àquele grupo restrito de cidadãos ou àquela família o poder de esmagar opiniões sobre questões de interesse público que forem contrárias à sua.

Nos EUA, a lei foi levemente flexibilizada em 2007. O índice de audiência das emissoras e o número de meios de comunicação independentes presentes em uma cidade foram objeto da mudança. Mas só vale para os vinte maiores mercados dos EUA, que têm 210 grandes mercados. E só quando o canal de TV não está entre os 4 canais de maior audiência e se ali existirem 8 meios de comunicação de outros donos.
Há décadas que, em todos os países que atingiram estágios avançados de civilização, não se aceita que só alguns poucos tenham voz nas grandes mídias, com destaque para a televisão. E para que não se analise só quem diz o que, porque esse debate permite deturpações dos fatos, proíbe-se que existam mega conglomerados de comunicação como as Organizações Globo.

Atenção: um quase monopólio como o da Globo seria ilegal nos Estados Unidos.

Estamos em um momento histórico em que o Brasil acredita que irá se tornar potência e até entrar para o mundo dito desenvolvido. Todavia, a organização legal e social dos meios de difusão brasileiros, é medieval. Não é apenas atrasada, é medieval. Predominam feudos, dos quais a Globo é a expressão mais absurda pelo tamanho descomunal com que afronta o país."

Leia o texto completo no Blog da Cidadania de Eduardo Guimarães, clicando aqui.

domingo, 12 de junho de 2011

Relatório FCC/EUA: informação comunitária está na base da democracia cidadã


"A importância estratégica do noticiário local

A Comissão Federal de Comunicação (FCC, na sigla em inglês), o órgão do governo norte-americano encarregado da regulamentação das mídias, divulgou esta semana um surpreendente relatório no qual faz um alerta sobre o futuro da imprensa local e adverte que a informação comunitária está na base da democracia cidadã.

O relatório de 150 páginas afirma que a importância das notícias locais está crescendo, mas as empresas jornalísticas mostram grande dificuldade em atender a esta necessidade, o que provoca um déficit informativo que terá conseqüências – ainda imprevisíveis – no funcionamento da democracia em comunidades sociais, bairros e cidades pequenas ou médias.

Uma das constatações mais importantes é a de que a internet multiplicou exponencialmente a formação de canais de informação, mas isso coincidiu com uma drástica redução da investigação jornalística provocada, entre outros fatores, pelo desaparecimento de 13.400 empregos de repórteres e editores nos Estados Unidos, desde 2007.

Tendência preocupante

O fenômeno não é novo e já foi discutido em vários fóruns tanto presenciais como online. O que surpreende é que o FCC tenha saído a campo para tratar de um tema que parecia preocupar mais os acadêmicos, enquanto os empresários e jornalistas o tratavam como se fosse um tema menor.

A nova relevância que ganhou a comunicação local é uma conseqüência do crescimento dos indícios de que ela está diretamente ligada ao papel que as comunidades começam a ter como fator de reorganização das estruturas sociais na era digital.

As mídias locais sempre foram vistas como uma ferramenta político/comercial manipulada por interesses paroquiais – onde a ética, geralmente, era vista como um obstáculo e não como uma norma. É claro que existiram e existem exceções, mas o quadro geral nunca foi dos mais animadores. Com a chegada da internet, a crise do noticiário local se tornou ainda mais aguda, porque grande imprensa regional iniciou o enxugamento das redações justamente pela cobertura comunitária.

A sobrevivência da indústria jornalística local passou a ser um dilema crucial dada a inexistência de modelos de negócio adequados ao contexto comunitário. Os grandes jornais começaram a testar fórmulas de acesso pago a conteúdos online, mas elas dificilmente poderão ser aplicadas localmente. Isso gerou uma brutal recessão nos negócios da mídia local norte-americana, que apesar de ser muito diferente da brasileira sinaliza uma tendência que, no mínimo, deve nos preocupar."

Via Carlos Castilhos . Observatório da Imprensa
10 jun 2011

Leia o texto completo no Observatório da Imprensa clicando aqui. Conheça o Relatório "The Information Needs of Communities" da FCC clicando aqui.

sábado, 11 de junho de 2011

Liberdade na Internet está sob ameaça de governos


Liberdade na internet está sob ameaça dos governos

Novo relatório apresentado ao Conselho de Direitos Humanos pelo relator especial sobre a liberdade de expressão da Organização das Nações Unidas (ONU), Frank La Rue, advertiu que nos últimos anos o desejo e as ações do governo direcionadas a controlar o fluxo de informações na internet aumentou consideravelmente.

Segundo o relator são justamente as características da internet, rapidez no acesso e na troca de todos os tipos de informações, que estão incomodando governantes por todo mundo. Recentemente, assistimos ao controle exercido pelos ditadores árabes sobre a internet depois de perceberem que esta estava ajudando as manifestações de civis contra seus regimes e a favor da democracia.

Além da prisão de alguns blogueiros no ano passado, La Rue aponta que os métodos utilizados para bloquear conteúdos estão cada vez mais sofisticados o que conduz a uma situação onde os direitos humanos mais básicos do cidadão de fato estão sendo desrespeitados.

Essa realidade exige que leis bem claras protegendo o conteúdo da internet e a liberdade de expressão funcionem de fato e sejam respeitadas. Procedimentos invasivos sem dúvida devem ser considerados crimes e os controladores é que devem ser presos, não os controlados como vem acontecendo. Nos países democráticos não deve haver sequer discussão a esse respeito, afinal, se a liberdade começar a ser controlada, ficará difícil sustentar o paradoxo em que se transformará a própria democracia.


Veja texto sobre o assunto publicado pelo FNDC “Liberdade na Internet está sob ameaça de governos” da página do Observatório do Direito à Comunicação, clicando aqui.


Acesse o relatório clicando aqui.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Agência não deveria se antecipar ao marco regulatório


Estamos vivendo um momento curioso em relação às normas legais no país, em que as agências reguladoras, por omissão do Congresso Nacional, acabam ocupando os espaços de vazio legal e tentam criar normas – para o bem e para o mal. “São coisas que acontecem no nosso país e que me parece importante ver de uma perspectiva mais ampla”, destaca Venício Lima, professor e pesquisador em Políticas de Comunicação.

Desde que a Anatel anunciou, no início do mês, uma proposta de novo regulamento para a TV a Cabo, o assunto tem sido alvo de críticas. A proposição da Agência foi colocada em consulta pública (acesso aqui, consultas 30 a 33) atropelando a constituição do marco regulatório que vem sendo traçado em conjunto – sociedade civil e governo –, a duras custas, mas que tenta fazer os nexos com a lei das telecomunicações. Ao apresentar um novo regulamento de forma isolada, a Anatel parece estar atendendo a interesses específicos, reflete o pesquisador.

De acordo com Venício, uma modificação dessa magnitude, com as implicações que tem, vai além da competência da Anatel. “Acho que isso deveria ser objeto de legislação aprovada no Congresso Nacional, especificamente modificando a Lei do Cabo”, avalia o pesquisador. Ele lembra que tramita desde 2007, no Congresso Nacional –  agora na CCJC do Senado – o PLC 116 que regulamenta o mercado de TV por assinatura. A formulação legal tramita no Congresso desde 2007, esbarra numa série de obstáculos, já foi modificada uma série de vezes e não consegue ter uma versão final, uma aprovação.

Isso tudo ocorre, segundo Venício, num momento em que “mais do que tardiamente” está em pauta a discussão de um marco regulatório amplo, compreensivo para a nova realidade desse campo, que é alterada, do ponto de vista tecnológico, pela convergência de mídias - resultado da revolução digital. No Brasil, ou não tem regulação para a área, ou tem e está totalmente superada. Para o pesquisador, deverá haver contestação legal da decisão que a Anatel está tomando. A própria conselheira Emília Ribeiro, da Agência, considera o risco (leia aqui).

Há algum tempo, reflete Venício, também o Supremo Tribunal Federal (STF) tem avançado em áreas onde há forte interesse privado – na omissão do Congresso Nacional -, ocupando o vazio legal que existe. Ele cita como exemplo, na área da comunicação, o que aconteceu com a lei de imprensa e com o diploma de jornalista, em que o Supremo substituiu o Congresso Nacional para atender interesses privados fortes.

Ambiguidade e timidez

Estamos no sexto mês de governo (da presidente Dilma Rousseff), que, até agora, tem se apresentado (em termos de políticas públicas de comunicação) ambíguo e muito tímido. Venício cita como exemplo da ambiguidade uma situação criada no início do ano a partir de declarações do ministro Paulo Bernardo sobre a questão da propriedade cruzada e a convergência de mídias (leia aqui).

A grande expectativa pela apresentação de um projeto de marco regulatório para o setor, criado já tardiamente ao final do governo Lula, segundo o pesquisador, ainda não se concretizou. Isso não quer dizer que um observador não reconheça que algumas coisas estão sendo feitas. “Preciso registrar o fato de que há poucos dias, o ministério finalmente recolocou para acesso público um cadastro geral (aqui) de concessionários de radiodifusão. Isso que parece uma coisa anedótica para um observador de outro país democrático, no nosso caso é uma questão séria do ponto de vista histórico, é um fato muito importante”, finaliza.

Ana Rita Marini
10 jun 2011

Reproduzido do FNDC.

Seminário Mídia e Educação: Outra leitura de mundo é possível - Olhares da Profª Monica Fantin


"A Profª Monica Fantin, Doutora em Educação pela Universidade de Santa Catarina, participou do Seminário Mídia e Educação: Outra leitura de mundo é possível, promovido pela ENCINE em parceria com o TVez (24 março 2011).

Ela registrou suas impressões em seu blog, vale a pena dá uma conferida: Blog Educação, mídia e cultura.

Nós registramos também uma entrevista onde a Profª Monica fala de sua experiência e seus conhecimentos na área de Mídia Educação." Siga a entrevista abaixo.



Assista também a entrevista do Prof. Guillermo Orozco, concedida durante o I Seminário Nacional de Comunicação, Cultura e Cidadania realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará, clicando aqui.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

IV Ciranda de Educação Popular pelo direito à comunicação


IV Ciranda de Educação Popular de 25 a 29 de maio de 2011
Luziânia . Goiás . Brasil

A Ciranda foi promovida pela Rede de Educação Cidadã (RECID), vinculada à Secretaria de Direitos Humanos que se define como “uma articulação de diversos atores sociais, entidades e movimentos populares do Brasil que assumem solidariamente a missão de realizar um processo sistemático de sensibilização, mobilização e educação popular da população brasileira e principalmente de grupos vulneráveis econômica e socialmente (indígenas, negros, jovens, LGBT, mulheres, etc), promovendo o diálogo e a participação ativa na superação da miséria, afirmando um Projeto Popular, democrático e soberano de Nação” [cf. http://www.recid.org.br/ ].

Participaram da Ciranda duas centenas de educadores populares dos mais variados pontos do país. Os temas de discussão foram, dentre outros, as políticas públicas de comunicação, o modelo brasileiro de comunicação e o papel que a internet desempenha nos processos de democratização política. Além disso, foram realizadas oficinas sobre blog e Hip-Hop; ferramentas para criação de sítios na internet; vídeo popular; comunicoteca e cineclubismo; cordel; teatro do oprimido e fotografia.

Estiveram presentes, dentre outros, representantes do Ministério das Comunicações e de entidades como o Intervozes, a Associação Brasileira de Rádios Comunitárias, o Centro de Mídia Independente e o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.

Leia texto de Venício Lima (Carta Maior) sobre o evento clicando aqui.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Declaração de Amor aos Seres Humanos


Declaração de Amor aos Seres Humanos

Recordando e reafirmando os princípios declarados na Carta Universal dos Direitos Humanos da ONU nós, seres humanos que decidimos livre e amorosamente nos encontrar nestes três dias mágicos para semear a Paz, fazemos a seguinte Declaração de Amor aos Homens e Mulheres da Terra:

1.    Todas as pessoas do mundo têm o direito de viver e de sonhar com um planeta mais justo e pleno de dignidade e de amor.

2.    Todas as pessoas do mundo têm o direito de brincar na chuva e soltar barquinhos de papel nas sarjetas e enxurradas.

3.    Todas as pessoas do mundo têm o direito a uma educação que forme seres humanos livres, criadores, inventores e produtores de novos conhecimentos.

4.    Todas as pessoas do mundo têm o direito de construir a sua própria  “Constituição”,  escolhendo os valores para nortear uma conduta pessoal solidária e fraterna.

5.    Todas as pessoas do mundo têm o direito de estabelecer relações humanas amparadas na fraternidade e no respeito à diferença.

6.    Todas as pessoas do mundo têm o direito de se encontrar pelos caminhos que levam à festa e à fruição da vida e da alegria.

7.    Todas as pessoas do mundo têm o direito de escutar o Outro e comungar de suas esperanças e sonhos.

8.    Todas as pessoas do mundo têm o direito de plantar girassóis para que todas as tardes sejam de primavera.

9.    Todas as pessoas do mundo têm o direito de descobrir o sorriso ou a dor que mora no Outro.

10. Todas as pessoas do mundo têm o direito de ser, ao mesmo tempo, flor e beija-flor, para provar da doçura que é a natureza do Outro.

11. Todas as pessoas do mundo têm o direito de habitar em casas que sejam como corações abertos, acolhedoras e sem trancas, onde sempre brilhe a luz da fraternidade.

12. Todas as pessoas do mundo têm o direito de construir dentro de si mesmas um templo para o seu Deus, na forma em que O conceberem.

13. Todas as pessoas do mundo têm o direito de se embriagar de paixão e de se “jogar nos precipícios para colher morangos”, somente saboreados por aqueles que ousam se atirar para além de todas as limitações impostas.

14. Todas as pessoas do mundo têm o direito de não morrer de saudade e de percorrer os caminhos que levam ao encontro e aos beijos dos amantes.

15. Todas as pessoas do mundo têm o direito de que o trabalho seja um campo em que floresça a dignidade humana, sempre no horizonte de servir e amar o Outro.

16. Todas as pessoas do mundo têm o direito de serem os guardiões dos portões do Jardim da Humanidade.

17. Todas as pessoas do mundo têm o direito de saborear os frutos coloridos e suculentos da sabedoria, da arte e da ciência sem precisar dar dinheiro em troca.

18. Todas as pessoas do mundo têm o direito de não serem medidas por suas posses.

19. Todas as pessoas do mundo têm o direito de se expressar livremente, impregnando a palavra de paixão transformadora.

20. Todas as pessoas do mundo têm direito à comunicação e à informação para construir um mundo baseado na igualdade entre homens e mulheres.

21. Todas as pessoas do mundo têm o direito de acreditar que a unidade, com respeito às diferenças dos povos,  é não somente possível, mas inevitável para alcançar a paz mundial.

22. Todas as pessoas do mundo têm o direito de saber a verdade sobre os caminhos e os roteiros que levam à liberdade e à dignidade.

23. Todas as pessoas do mundo têm o direito de conviver amorosamente com os animais e com  todos os seres da natureza que estão na Terra.

24. Todas as pessoas do mundo têm o direito de transformar os muros que as separam em praças onde todos se encontrem para celebrar a cidadania e a solidariedade.

25. Todas as pessoas do mundo têm o direito de errar e serem amparadas carinhosamente na retomada da vontade de crescer e aprender mais e mais.

26. Todas as pessoas do mundo têm o direito a não mais ter medo das palavras Paz e Amor.

27. Todas as pessoas do mundo têm o direito de cultivar a terra e dela receber o alimento sagrado para o sustento do corpo e da alma.

28. Todas as pessoas do mundo têm o direito de chorar de alegria.

29. Todas as pessoas do mundo têm o direito de receber tratamento humano na saúde e na doença e de fazer escolhas livres e conscientes sobre tudo que envolva a vida e a morte.

30. Todas as pessoas do mundo que não sonham estes sonhos têm o direito de serem tocadas no coração para que desejem também caminhar na beleza...

Encontro de Jornalistas para a Paz*
UFSC . Florianópolis, 08, 09 e10 de dezembro de 1998...

*Declaração sentida/escrita/vivida/compartilhada pelos participantes do Encontro de Jornalistas para a Paz, evento realizado durante as celebrações do Cinquentenário da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU. A Declaração de Amor foi declamada por estes aos transeuntes, debaixo de chuva, das escadarias da Catedral da Praça XV de novembro em Florianópolis, no final da tarde do dia 10 de dezembro de 1998. Alguns daqueles participantes já partiram para a Pátria Maior, e sua Declaração de Amor, no entanto, ainda permanece no ar inspirando tantos outros...

Fiscalização das rádios comunitárias, imprensa e televisão


"Fiscalização das rádios comunitárias deveria se estender aos demais meios de comunicação como imprensa e televisão.

O ministro Paulo Bernardo já anunciou que as rádios comunitárias serão fiscalizadas com mais rigor, juntamente com rádios comerciais e televisões educativas. Em relação às rádios comunitárias o que se quer é impedir abusos e também estar mais próximo às reivindicações e dificuldades dos profissionais da radiodifusão brasileira. A última parte sem dúvida é a mais importante.

Falta agora o ministro falar sobre a fiscalização das TVs comerciais e da imprensa,  por exemplo, outros setores importantes da comunicação no país e justamente onde se cometem mais abusos e desrespeitos ao direito de comunicar!"

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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Criança, a alma do negócio: um debate sobre consumismo na infância e sustentabilidade


Criança, a alma do negócio
Um debate sobre consumismo na infância e sustentabilidade

Data: 04 de junho de 2011
Local: Uma Paz . Parque Ibirapuera . São Paulo/SP

Debatedores:
Rachel Biderman e Marcelo Furtado

Maiores informações: