terça-feira, 30 de novembro de 2010

I Congreso Internacional de Ética de la Comunicación . Março 2011 . Espanha


Los días 29, 30 y 31 de marzo de 2011 tendrá lugar en la Facultad de Comunicación de la Universidad de Sevilla el I Congreso Internacional de Ética de la Comunicación

"Frente a la celeridad en los cambios producidos en el mundo de la comunicación, se requiere un buen ejercicio de responsabilidad ética protagonizada por los medios de comunicación, basado en el respeto a los derechos de las personas y un compromiso educativo con la formación cívica y política de la ciudadanía.

Sin una garantía efectiva de la independencia del profesional de la información, se puede padecer un “secuestro democrático” de quienes están llamados a servir a la opinión pública dentro de estructuras empresariales que se deben a otros intereses. La evolución de las distintas propuestas de Estatuto profesional y el debate sobre los modelos de organización profesional más efectivo, serán otros de los frentes que se aborden en el presente congreso".

Para maiores informações clique aqui.

Manifesto da Mídia Livre


Os que assinaram esse manifesto (2008) apresentaram algumas propostas e ideias que, entre outras, foram debatidas no FÓRUM MÍDIA LIVRE. 

"- O Estado atue no sentido de garantir a mais ampla diversidade de veículos informativos, da total liberdade de acesso à informação e do respeito aos princípios da ética no jornalismo e na mídia em geral;

- A Universidade dê sua contribuição para a democracia nas comunicações, em seus cursos de graduação e pós-graduação em Comunicação Social, formando profissionais críticos que possam contribuir para a produção e distribuição de informação cidadã;

Finalmente, pensamos que há condições para que o movimento social democrático brasileiro e também os veículos da mídia livre mobilizem recursos e esforços para constituir um portal na internet, capaz de abrigar a diversidade das expressões da cidadania e de garantir a máxima visibilidade às iniciativas já existentes no ciberespaço".

Para ver o documento completo e as assinaturas colhidas até 21 out 2008 clique aqui.

A luta continua!

TV e violência


A televisão amplia a violência ou apenas reflete a realidade?


Para ganhar audiência valem todas as armas. A notícia vira espetáculo. Os convidados do Ver TV defendem a necessidade de estabelecimento de regras mínimas a respeito do uso do bem público – o espectro eletromagnético, por agentes privados – as emissoras de TV. Nem que seja um código de ética criado pelas próprias emissoras. O discurso da mídia é de que qualquer tentativa de controle é censura. O controle público deve ser democrático, como existe em outros países. Participam deste Ver TV Isabel Braga, ensaísta e professora de Comunicação; Marcos Rolim, consultor em Segurança Pública e Direitos Humanos; e Beto Almeida, diretor do Sindicato dos Jornalistas do DF.

Assista 03 vídeos desse debate de 2006 no Programa Ver TV, ou faça download, clicando aqui.

Filosofando sobre os telejornais...


Os telejornais segundo a ética


Devemos discutir os jornais da TV segundo a ética? Pouca gente dirá que não. Mas podemos dizer que eles sejam éticos? É difícil. (...) Então, como ficam os telejornais? (...) A questão ética, sobre os noticiários, está na qualidade da cobertura e na diversidade dos pontos de vista.

Renato Janine Ribeiro

Leia o texto acima, postado no site do autor em maio de 2002, clicando aqui.
O texto acima é um trecho do livro “O afeto autoritário – televisão, ética, democracia”. Para saber mais sobre o livro clique aqui.

 

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Autoregulamentação mostra fragilidade política da mídia


"Finalmente os donos da mídia se deram conta de que os dias de farra grossa podem estar contados. A bandeira rota da autoregulamentação é a primeira demonstração de fraqueza dos empresários após muitos anos de soberba e arrogância. Ao vermos seu lançamento, da forma que foi feito, só nos resta o socorro da velha imagem, também desgastada, mas ainda útil: crêem eles que estão entregando seus anéis à sociedade para salvar os dedos.

Doce ilusão. Não há mais, nos movimentos sociais envolvidos na luta pela real liberdade de expressão, quem se iluda com essa proposta empresarial. Todos sabemos que sem a presença da sociedade, através do Estado, estabelecendo normas democráticas para o funcionamento da mídia, nada mudará"
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Laurindo Lalo Leal Filho


Leia o texto completo, postado em maio de 2010 na Carta Maior, clicando aqui.

domingo, 28 de novembro de 2010

Criança, a alma do negócio




Dirigido pela cineasta Estela Renner e produzido por Marcos Nisti, o documentário promove uma reflexão sobre como a sociedade de consumo e as mídias de massa impactam na formação de crianças e adolescentes.
 
Criança, A Alma do Negócio, mostra a realidade em que vivemos: crianças que preferem ir ao shopping a brincar, conhecem marcas pelo logotipo, e apesar de terem uma vasta coleção de brinquedos e jogos se encantam mesmo é por um pequeno bonequinho de plástico.

O Instituto Alana foi o ponto de partida do documentário. Depois de registrar vídeo-aulas com os conselheiros da organização, Estela percebeu como a infância de nossas crianças está sendo sabotada pelo excesso de publicidade dirigido a elas, e que a maioria dos pais ou não percebe, ou não sabe como agir perante tal quadro.

Leia mais e faça dowload do documentário clicando aqui.

Para assistir o documentário clique: Parte 2, Parte 3, Parte 4, Parte 5, créditos.


Consumismo Infantil: um problema de todos


Ninguém nasce consumista. O consumismo é uma ideologia, um hábito mental forjado que se tornou umas das características culturais mais marcantes da sociedade atual. Não importa o gênero, a faixa etária, a nacionalidade, a crença ou o poder aquisitivo. Hoje, todos que são impactados pelas mídias de massa são estimulados a consumir de modo inconseqüente. As crianças, ainda em pleno desenvolvimento e, portanto, mais vulneráveis que os adultos, não ficam fora dessa lógica e infelizmente sofrem cada vez mais cedo com as graves conseqüências relacionadas aos excessos do consumismo: obesidade infantil, erotização precoce, consumo precoce de tabaco e álcool, estresse familiar, banalização da agressividade e violência, entre outras. Nesse sentido, o consumismo infantil é uma questão urgente, de extrema importância e interesse geral.

De pais e educadores a agentes do mercado global, todos voltam os olhares para a infância − os primeiros preocupados com o futuro das crianças, já os últimos fazem crer que estão preocupados apenas com a ganância de seus negócios. Para o mercado, antes de tudo, a criança é um consumidor em formação e uma poderosa influência nos processos de escolha de produtos ou serviços. As crianças brasileiras influenciam 80% das decisões de compra de uma família (TNS/InterScience, outubro de 2003).



Instituto Alana


Leia o texto completo clicando aqui.

Aprenda mais sobre o consumismo infantil e tire suas dúvidas clicando aqui.

Assista os 3 blocos do Programa Ver TV com o tema Criança e consumo clicando aqui.
Leia sobre o livro " Eu preciso tanto!" de Shirley Souza clicando aqui.
Leia mais sobre o livro “Crianças do cosnumo: a infância roubada” de Susan Linn clicando aqui.

Classificação Indicativa em debate: PARTICIPE!


Governo vai rever classificação indicativa para programas de TV, cinema e jogos

O Ministério da Justiça abriu na quinta-feira (18) a discussão sobre a revisão da política pública de classificação indicativa de conteúdos de televisão, cinema, jogos eletrônicos e jogos de interpretação. Durante os próximos 30 dias, especialistas, produtores, distribuidores e a sociedade civil poderão debater e sugerir mudanças para as normas de classificação via internet.

De acordo com o secretário nacional de Justiça, Pedro Abramovay, esse é um novo modelo de debate público. “A classificação indicativa não é censura. Essa é uma das missões mais sensíveis do ministério, pois lida com uma tensão muito clara entre direitos constitucionais, ou seja, entre a liberdade de expressão e a proteção à criança e ao adolescente”.

A classificação indicativa é feita por analistas de áreas como a psicologia, comunicação social, pedagogia e o direito com base no Manual da Nova Classificação Indicativa, de 2006.

Durante a avaliação do conteúdo, são analisadas cenas de sexo, drogas e violência, além da identificação dos temas e da idade para a qual a programação não é recomendada. Caso haja descumprimento às portarias do Ministério da Justiça, os responsáveis pela obra podem ser punidos de acordo com a Constituição e o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Para participar do debate, o interessado deve acessar o site Cultura Digital. As sugestões serão usadas para elaborar uma nova portaria e também atualizar os critérios da classificação indicativa. “A sociedade, alvo das políticas públicas, tem de ser chamada a participar. Temos de pensar em uma boa maneira de fazer essa classificação a partir das normas que estão em vigor e dos critérios que são adequados”, afirmou Abramovay.

Para a cabeleireira Maria Júlia de Oliveira, controlar a programação a que os filhos assistem na televisão é essencial. “Tenho seis filhos e sempre presto atenção. Dependendo do que estiver passando, eu mudo. Eles assistem mais a desenhos. Quando não passa, coloco um DVD”.


Para entender o que é a classificação indicativa clique aqui.



Assista a entrevista com Davi Pires, Diretor do Departamento de Classificação Indicativa - MJ clicando aqui.


Nota: O debate online sobre a Classificação Indicativa no Portal Cultura Digital foi prorrogado até 27 de abril de 2011.

sábado, 27 de novembro de 2010

O fetichismo da midiocracia: "A ditadura da mídia" de Altamiro Borges



Para reler, meditar e (re)agir pela efetiva democratização da comunicação


O livro "A ditadura da mídia", de Altamiro Borges, faz um levantamento histórico sobre a concentração da mídia e seu poder de fogo na mão de poucas empresas e/ou oligarquias familiares. Além disso o autor apresenta um conjunto de propostas para serem debatidas na Conferência Nacional de Comunicação, como o fortalecimento da radiodifusão pública, a revisão dos critérios das concessões, a revisão dos critérios da publicidade oficial, o estímulo à radiodifusão comunitária, inclusão digital e novo marco regulatório para as comunicações.

Para ler o texto acima completo, de Flávio Aguiar em Carta Maior clique aqui.
Para adquirir o livro clique aqui.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Controle social dos meios de comunicação


Não há assunto na sociedade brasileira que receba mais epítetos sobre sua importância, urgência e centralidade na vida política e social do que a democratização dos meios de comunicação.

Contraditoriamente, esse é um dos assuntos tratados com maior desleixo e até leviandade por parte de grande número de atores que o consideram importante. Para felicidade da nação brasileira, movimento proposto pela Federação Nacional dos Jornalistas conseguiu estabelecer outra maneira de tratar o tema da democratização. Esse modo de atuar é marcado pela seriedade e competência no trato dos diferentes temas do combate ao monopólio da informação em todos os níveis em que ele se instale.

Marcos Ribeiro Ferreira
Psicólogo, doutor em Psicologia Social. Foi presidente da Associação Brasileira de Ensino de Psicologia – ABEP. Participou da organização de inúmeras fontes de informação da psicologia no Brasil, incluindo a concepção e produção da Biblioteca Virtual da Psicologia, e da Biblioteca Virtual Latinoamericana de Psicologia. Compõe o Coletivo de Comunicação do Sistema Conselhos de Psicologia.


Leia o texto completo da contribuição da Psicologia ao debate para a I Confecom clicando aqui.