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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O que a televisão tem feito para nossa civilização?


Apresentador de TV é demitido devido sua baixa audiência. Quando seu programa ainda estava no ar, ele anuncia a demissão e avisa que irá se matar durante o programa da semana que vem. Isso faz com que o público fique extremamente curioso a passe a elevar sua audiência às alturas, devidamente aproveitada pelos responsáveis do programa. Isso faz nascer um louco profeta, em uma das mais ácidas críticas ao modo de se fazer televisão no mundo.

Vencedor de 4 Oscar: Melhor Ator (Peter Finch), Melhor Atriz (Faye Dunaway), Melhor Atriz Coadjuvante (Beatrice Straight) e Melhor Roteiro Original.


Veja mais em "70 anos de cinema" clicando aqui.

Assista a dois trailers do filme clicando aqui e ali.

sábado, 1 de outubro de 2011

Criança... "Não deixe a televisão hipnotizar você"...



“DESLIGUE A TV”. O QUE SIGNIFICA ISSO?


O Desligue a TV é uma campanha para conscientizar a opinião pública sobre os males do excesso de televisão no cotidiano. Nossa proposta não é banir o meio de comunicação por completo, mas discutir o seu uso e colaborar com a divulgação e criação de atividades alternativas.


Baseado na iniciativa internacional TV Turnoff Network, o seu foco principal é a Semana Mundial, que acontece sempre nos últimos sete dias de Abril, nos países participantes. Trata-se de uma semana dedicada a outras vivências.

A importância da televisão é um fato, em especial na nossa sociedade em que, na maioria das vezes, é a única fonte de informação e entretenimento. A proposta não é baní-la dos lares brasileiros e, sim, discutir sua utilização. É preciso lutar por uma comunidade que perceba novamente os encantos da convivência e se conscientizem a respeito dos números alarmantes da quantidade de horas que as pessoas passam em frente à tela. O Desligue a TV defende a utilização do conteúdo da televisão como a escolha de um livro em uma livraria ou de um DVD em uma locadora. O conteúdo deve ser escolhido e não “zapeado”, pois essa é a grande prática de sustentabilidade para uma TV de baixa qualidade. Além disso, o excesso de televisão acarreta em uma exposição enorme aos comerciais e ao "merchandising”, levando as pessoas a um consumismo desenfreado, um menor engajamento cívico e um declínio da socialização".

De Ana Lucia Villela, Presidente do Instituto Alana.

"Os movimentos relacionados à qualidade da programação televisiva tem como foco o gerador de conteúdo. Nós, do Desligue a TV, queremos atingir quem recebe: o telespectador. As pessoas assistem uma programação de baixa qualidade, muitas vezes, pelo hábito de estar em frente a TV ou com ela sempre ligada. A partir do momento em que você discute o seu excessivo uso, apresentando alternativas de uma vida fora da tela, o usuário se torna mais seletivo e essa seleção é um instrumento valiosíssimo para a melhora da qualidade da programação da TV brasileira".

De Marcos Nisti, Coordenador do Desligue a TV



Conheça o histórico do Desligue a TV nos Estados Unidos e entenda como ele chegou no Brasil clicando aqui.





Marcos Nisti é formado em Direito, com MBA em Economia do Setor Público pela FIPE/USP.

Nesse vídeo, Marcos apresenta o Projeto Desligue a TV (www.desligueatv.org.br) e explica a importância desse movimento para a sociedade, visto que o Brasil é o país que passa mais tempo na frente da televisão.

Screen Free Week 2012: 30 de abril a 06 de maio

domingo, 18 de setembro de 2011

Por que as tevês e os grandes veículos vociferam contra o marco regulatório?


Por que as tevês e os grandes veículos vociferam contra o marco regulatório? Pontos para reflexão

Por: Maurício Machado
Especial para o Maria Frô
14/04/2011

(...) "Outro ponto que sempre provoca a grita da grande mídia contra o novo marco regulatório é que ele impeça um mesmo Grupo, de deter várias plataformas de geração de conteúdo como ocorre hoje. E nisso também o Brasil é exemplo no mundo (negativo) pois só aqui, um conglomerado tem e mantém TV aberta, TV fechada, distribuição do conteúdo via cabo e satélite, rádio, jornais, revistas e portal de web! Isso é deletério para o Estado de Direito pois configura monopólio da informação, possível manipulação da notícia para defender interesses e desrespeito ao contraditório entre outros aspectos.

Além disso, os Grupos encastelados (são 12 famílias que dominam os principais meios no país) temem a abertura para novos players de capital internacional que trariam know-how e novos modelos de negócios para fazer frente aos tradicionais que muitas vezes não se sustentam com pernas próprias e dependem do Governo (e suas verbas robustas). Querem manter seus privilégios, grandes negócios e domínio da opinião pública. Isso vale para os donos das concessões de TV e Rádio (que pela Constituição exploram os canais com função social) e também para os conglomerados de mídia impressa (jornais e revistas) que apesar de privados vivem em eterna crise em seu modelo de negócio por conta das rápidas transformações dos meios e plataformas em desenvolvimento. Sem contar a mudança do perfil da população brasileira mais madura, esclarecida e inteligente."

Leia o texto completo no Blog Maria Frô clicando aqui.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Televisão na liderança como fonte de informação



Televisão ainda lidera como fonte de informação

Redação
Revista no Varejo

Em meio a um “boom” digital e tecnológico, as brasileiras ainda preferem a televisão quando o assunto é obter informações sobre novos produtos. É o que confirma o estudo “Mulheres do Amanhã”, realizado pela Nielsen. A internet aparece em segundo lugar, seguido pelo boca a boca.

A preferência pela TV como fonte de informação ocorre inclusive em dez dos dez países emergentes que foram pesquisados - deste público, 54% preferem TV, contra 11% que optam pelo buzz marketing (boca a boca) e 7% que recorrem às revistas.

Já nos países desenvolvidos, sete dos 11 que foram analisados alegam que preferem a TV (24%), contra apenas 15% que continuam optando pelos sites de buscas na internet e 14% que recorrem ao buzz marketing.

“O grande destaque nesta questão é não subestimar o poder da propaganda boca a boca e enfatizar plataformas digitais combinadas a veículos tradicionais de alto alcance”, explica Olegário Araújo, diretor de atendimento da Nielsen.

Grau de confiança das mulheres

Das 22 formas de propaganda, a Nielsen constatou que as “recomendações de conhecidos” é a fonte mais confiável para as entrevistadas nos países desenvolvidos (73%) e emergentes (82%), seguida de websites de marcas (60% nos países emergentes) e opiniões de consumidores na internet (49% nos países desenvolvidos).

A pesquisa, que também analisou a fidelidade do público feminino em relação à marca, foi realizada entre fevereiro e abril de 2011, com quase 6.500 mulheres entrevistadas em 21 países, nas regiões da Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, África e América do Norte.

Apesar do preço ter uma grande influência nas decisões de compras para a maioria das categorias, ele é citado como o terceiro atributo de fidelização entre as brasileiras. Já o ponto número um de lealdade à marca, entre 12 fatores, é a qualidade, seguida da confiança na marca.

Mídias sociais

De acordo com o instituto, o uso das mídias sociais alcançou altas taxas de penetração em países como Estados Unidos (73%), Itália (71%), Coréia do Sul (71%), Austrália (69%), França (64%), Brasil (63%) e Alemanha (50%). Mas isso não significa que elas consigam influenciar a decisão de compra das consumidoras.

No Brasil, por exemplo, 10% das mulheres são influenciadas por propaganda normal e apenas 13% pelas propagandas nas redes sociais (com contexto social, que mostra quais os amigos curtiram ou seguiram determinada marca anunciada).

Reproduzido da Revista no Varejo (22/08/2011) via clipping FNDC.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Televisão e crianças íbero-americanas


III Muestra Iberoamericana de Televisión Infantil

La Comisión Nacional de Televisión (CNTV), en cumplimiento de la obligación de estimular las actividades nacionales de producción vinculadas al servicio de la televisión pública, realizó durante los días 11, 12 y 13 de mayo de 2011 la III Muestra Iberoamericana de Televisión Infantil, con el propósito de articular esfuerzos en la creación y consolidación de contenidos audiovisuales de calidad, vinculados a las audiencias infantiles de la región.

Con este esfuerzo, la CNTV fortalece la generación de contenidos audiovisuales colombianos e impulsa la búsqueda de oportunidades de negocio para diferentes agentes del mercado regional de la televisión infantil.

La participación de cerca de 600 productores, la proyección de 60 productos audiovisuales, la presentación de 45 proyectos en busca de productores, la intervención de colegios públicos y privados, y la exhibición de quince estands para canales de televisión y productores, hacen de la III Muestra Iberoamericana de Televisión Infantil, la feria de productos audiovisuales más importante de Latinoamérica, ya que muestra lo mejor de la programación infantil desde la Patagonia hasta México, con escala especial en España.

Leia mais sobre o evento realizado de 11-13 de maio de 2011, em Bogotá/Colômbia, clicando aquiali.


segunda-feira, 13 de junho de 2011

A criança como espetáculo na TV


O mito da mídia

Conexão Repórter

A mídia possui um caráter que pouco percebemos ou nos importa. Narcotiza ironicamente gentileza e altruísmo social em reportagens que colocam em júri – popular, ético ou empresarial? – os acontecimentos sobressalentes na seleção da imprensa. Seja feita a justiça. Na edição de 11 de maio de Conexão Repórter, do SBT, Roberto Cabrini trata do mito Alani, a menina de sete anos que se tornou conhecida internacionalmente como a pequena missionária do Brasil. Com repercussão além do que qualquer criança poderia suportar, pontua sutil ou explicitamente Cabrini, em absurdos 35 minutos e 4 segundos, o programa faz ingenuamente um metajornalismo às avessas: explora até que ponto toda essa exposição prejudica a vida da menina.

Conexão Repórter se utiliza de edições primárias de corte, enquadramento e trilha, no intento de sensibilizar a recepção. Ainda que questões pertinentes sejam colocadas, não foge à característica de espetáculo, como taxa em alguns momentos os cultos religiosos. Eis o realismo fantástico da mídia! Quão piedoso e justo o programa é ao expor e enredar ao comando do sarcasmo inconsequente de Roberto Cabrini seuspersonagens em busca de audiência?

Não haveria nenhuma declaração autorizada socialmente – como a da Psicologia tomada como aval de suas acusações aos pais da criança – que vetasse a abordagem que Cabrini faz à Alani? Responda agora: até que ponto toda essa exposição afeta a vida da menina? Estará sendo a fé explorada? Tanto quanto tudo aquilo que a mídia manipula em prol do paganismo comercial.

Gracy Laport
07/06/2011 na edição 645

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Fiscalização das rádios comunitárias, imprensa e televisão


"Fiscalização das rádios comunitárias deveria se estender aos demais meios de comunicação como imprensa e televisão.

O ministro Paulo Bernardo já anunciou que as rádios comunitárias serão fiscalizadas com mais rigor, juntamente com rádios comerciais e televisões educativas. Em relação às rádios comunitárias o que se quer é impedir abusos e também estar mais próximo às reivindicações e dificuldades dos profissionais da radiodifusão brasileira. A última parte sem dúvida é a mais importante.

Falta agora o ministro falar sobre a fiscalização das TVs comerciais e da imprensa,  por exemplo, outros setores importantes da comunicação no país e justamente onde se cometem mais abusos e desrespeitos ao direito de comunicar!"

Leia mais em Educação Política clicando aqui.

sábado, 21 de maio de 2011

Televisão: janela para o mundo infantil


Janela para o mundo infantil

"O tema foi objeto de trabalho desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Educação e Mídia (Grupem) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) com crianças entre seis e sete anos de idade. Uma das constatações do grupo foi que para esse público as notícias da TV constituem um conceito ambíguo e difuso, que poderia incluir fatos e situações ocorridas a qualquer tempo. O trabalho também aponta uma dificuldade das crianças de situar esses acontecimentos nos seus devidos espaços e também uma tendência a confundir jornalismo, ficção e imaginação.

Embora desperte interesse, o sensacionalismo impresso nos telejornais também causa repulsa, resistência e, às vezes, até medo nas crianças. Muitas delas declararam ver telejornal porque à noite os adultos assumem o comando do controle remoto. Ou seja, se sentem obrigadas a assistir aos noticiosos.

Elas percebem a importância de se manterem informadas, mas se tivessem opção, prefeririam outros programas. “Há também uma percepção de que os telejornais só veiculam notícias ruins e tristes. Elas [as crianças] são apresentadas a realidades que prefeririam evitar. Outro problema é que há um hiato entre o que é veiculado e os desejos e interesses infantis. Parece que elas não conseguem estabelecer qualquer tipo de interlocução com o modelo de programa jornalístico brasileiro”, explica a diretora do Núcleo de Publicações e Impressos (NPI) da MULTIRIO, Maria Inês Delorme, cujo tema da tese de doutorado, em andamento na PUC-Rio*, é o conceito de notícia sob a ótica infantil.

Na opinião do jornalista Marcus Tavares, editor do site do RIO MÍDIA, o público infantil tem acesso a uma infinidade de informações, contextos e realidades que nem sempre são de fácil compreensão, quando diante das reportagens. No entanto, o que é apresentado faz parte do mundo em que as crianças vivem. Por isso, negar este acesso seria negar o conhecimento da própria realidade. Porém, ele afirma que é papel tanto dos pais quanto da escola trabalhar a notícia com a criança, sem minimizar ou superdimensionar os acontecimentos. Também é necessário dosar a exposição das crianças diante da TV e mostrar a elas que há outras coisas interessantes e animadoras na programação.


Para Tavares, os meios de comunicação causam forte impacto nas crianças, o que muitas vezes não chega a ser percebido ou questionado pelos adultos. “Antes de tudo, a TV dá unidade às relações que as crianças estabelecem entre si. Por meio dela, elas se entendem como um grupo coeso que compartilha padrões, escolhas, sentimentos e valores políticos, estéticos e éticos. De diferentes contextos socioculturais e econômicos, elas se parecem e se identificam umas com as outras. Falam a mesma língua, vestem-se igual, consomem os mesmos produtos, usam os mesmos acessórios. Tornam-se um grupo que entende o mundo da mesma forma, tem os mesmos sonhos e brinca com, pela e a partir da televisão”, explica."


Fábio Aranha


Leia o texto completo na página de Educamidia clicando aqui.
* O texto acima foi postado sem data. A tese disponível no Portal Domínio Público clicando aqui.

sábado, 14 de maio de 2011

Crianças x televisão x desempenho escolar


Television Viewing And Academic Achievement

As Neuman (1991) noted, television is a common target for those seeking to lay blame for educational dilemmas such as poor national test scores, academic skills, and levels of literacy. Often, the assumption underlying such arguments is what has come to be known as the displacement hypothesis, that is, the notion that television viewing takes time away from homework and more productive leisure-time activities, such as reading. However, research has shown that, in truth, the relationship between television and academic achievement is not nearly so simple and direct.

Comparison Studies

When television was first introduced on a broad scale, early research compared thousands of children who lived in American or British towns where television was available to children living in nearby towns where it was not (e.g., Himmelweit, Oppenheim, & Vince, 1958; Schramm et al., 1961). These studies suggested that the presence of television did lead to significant changes in children’s use of their time, but that it made little difference in the amount of time that children devoted to homework. In addition, Schramm et al. found no change in the time children spent reading books, and whereas Himmelweit et al. initially found a decline in book reading (particularly among children who had shown only a marginal interest in reading in the first place), reading returned to pretelevision levels a few years after television was introduced. Where, then, did the time spent with television come from? Primarily, television took time away from activities that served similar functions, such as listening to the radio, going to movies, and reading comic books.

A similar study was conducted some years later by Williams and her colleagues(Williams, 1986; cf. MacBeth, 1996). They compared children in three Canadian towns: one in which television was unavailable (code-named Notel), one that received only one television station (Unitel), and one that received several stations (Multitel). As in the earlier studies, the researchers found that children who had access to television used their time differently from those who did not. However, they also found that second-grade children in Notel scored higher on tests of reading fluency and creative thinking than children in the other two towns. The differences disappeared 2 years after television was introduced in Notel, suggesting that the presence of television had been responsible for the effect (Corteen & Williams, 1986; Harrison & Williams, 1986).

Correlational Studies

A number of studies used correlational data to investigate relationships between children’s television viewing and their achievement in school. Williams, Haertel, Walberg, and Haertel (1982) conducted a meta-analysis using data from 23 large-scale studies, and concluded that there was a small inverse relationship between amount of viewing and achievement r = –.05). However, part of the reason why the correlation was so low was that the relationship between television viewing and achievement was not linear. Rather, it was curvilinear; children who watched 10 hours of television per week performed slightly better (not worse) than those who watched less, but as viewing increased beyond 10 hours per week, achievement declined dramatically.

Comstock and Paik’s (1991) analysis of data from the California Assessment Study argued for a more linear relationship, but further support for curvilinearity came from Neuman’s (1988, 1991) analysis of several large-scale studies. Neuman found that there was little relation between viewing and reading performance among children who watched 2 to 4 hours of television per day (i.e., 14 to 28 hours per week), but that performance was considerably lower for children who watched more than that. Similarly, some studies have suggested that there may be thresholds of viewing, beyond which excessive television viewing is associated with poorer academic achievement. Fetler (1984) found that viewing for more than 6 hours per day (i.e., 42 hours per week) was associated with lower performance in literacy and mathematics, and Potter (1987) found that television viewing was negatively related to achievement for eighth to twelfth graders who watched more than 30 hours per week.

The complexity of the relationship between television and school achievement can be attributed to several factors. One is the fact that school achievement is predicted much more strongly by variables such as IQ and socioeconomic status (both of which predict television viewing as well). Another is that the relationship between viewing and achievement differs somewhat by age (e.g., Huston &Wright, 1997; Neuman, 1991).

In addition, Comstock (1989) suggested that television viewing is inversely related to achievement when it displaces intellectually richer experiences, but positively related when it supplies such experiences. Along similar lines, I would argue for one more factor that complicates the picture and may have reduced the strength of the relationship observed in these studies. Each of the studies mentioned above looked only at how much television was viewed, and not at the nature of the television programs that children watched. Not all television programs are the same, and they do not all produce the same effects among viewers.


For example, longitudinal research by Wright, Huston, and their colleagues found that preschool viewing of Sesame Street and other educational television programs predicted higher performance in subsequent tests of academic skills. By contrast, however, preschool viewing of entertainment programs predicted poorer performance (Wright, Huston, Murphy, et al., 2001; Wright, Huston, Scantlin, & Kotler, 2001; see chap. 2, this volume). As the late JohnWright was fond of saying, “Marshall McLuhan appears to have been wrong. The medium is not the message. The message is the message!” (Anderson, Huston, Schmitt, Linebarger,&Wright, 2001, p. 134).


Reproduzido de Free Education Info.


Leia também "Too much TV dumbs down children" no Digital Journal clicando aqui.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Como a internet está mudando a televisão


As mídias sociais estão revolucionando tudo, principalmente na área da comunicação. Mesmo com a internet ainda estando em fase de crescimento e principalmente pelo fato de os serviços relacionados ao acesso ainda serem muito contrários às pesquisas que mostram os brasileiros como um povo que passa muito tempo conectado.

televisão já é a muito tempo a principal ferramenta de comunicação de massa e continua a escrever tendências e exercer grande influência na sociedade. Mas este império criado pelas grandes emissoras do país também esta se rendendo a essa recente revolução.

Citamos aqui algumas constatações que comprovam que essas grandes empresas de comunicação estão se rendendo as novas tecnologias, seja por medo de ser substituído por elas ou apenas para oferecer um serviço mais completo aos tele-espectadores.

Jornalismo: Talvez uma das primeiras áreas da televisão a tentar se adaptar as novidades da internet. O jornalismo vem se adaptando com a internet, vemos programas jornalísticos de diversas emissoras fazendo matérias sobre acontecidos da web, tentando atrair de volta aquele público que está migrando para a internet...

Novelas: As novelas talvez sejam a melhor ferramenta que a televisão possui para exercer o seu poder. Podemos perceber essa influência quando vemos modas serem lançadas pela novela das 20h que está passando...

Programação: Já vemos que a internet vem mudando a grade de horários das grandes emissoras brasileiras. Como em qualquer empresa, as emissoras vivem em base a resultados e retorno por parte dos clientes, os espectadores no caso da televisão....


Publicidade: O assunto publicidade tradicional contra a nova publicidade já é assunto comum...

Entretenimento: Outra função que a televisão está perdendo é o poder de entretenimento que vem sendo “roubado” pela internet, principalmente na parte do público jovem...

Dennis Altermann

Leia o texto completo em Midiatismo clicando aqui.

A maioria dos pais desconhece o que filhos assistem na TV


66% não sabem o conteúdo que crianças veem, e para 25%, a TV é como babá

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira na Grã-Bretanha alerta: é preciso mais rigor dos pais na hora de selecionar - e fiscalizar - o que seus filhos assistem na TV. O levantamento mostra que 54% dos pais admitem que suas crianças assistem a programas de conteúdo adulto na televisão - o que inclui novelas e filmes com cenas de violência, drogas, assassinatos e abuso de menores.

E o estudo ainda traz outros números preocupantes: 78% dos pais afirmam que deixam seus filhos em frente à TV por pelo menos duas horas ao dia e 66% desconhecem totalmente o conteúdo do que eles assistem. Além disso, 25% das mães reconhecem que o aparelho é utilizado como uma espécie de babá.

A pesquisa foi coordenada pela organização The Communication Trust, organização ligada ao Ministério da Educação da Grã-Bretanha. Ao todo, 1.000 casais responderam a questionários sobre os hábitos de seus filhos em frente à TV.

Conselhos

A partir dos resultados, foi desenvolvido uma cartilha sobre o que é aconselhado para crianças menores de 5 anos quando o assunto é entretenimento. Entre as dicas, estão: assistir aos programas com os filhos, conferir a classificação indicativa, responder a eventuais perguntas dos pequenos a respeito do que veem e assegurar que a TV não seja a única diversão deles. Brincar longe do controle remoto é fundamental, enfatizam os especialistas.

As consequências da falta de supervisão dos pais em casa já chegou às escolas. Há dois anos, a Associação Britânica de Professores alertou que as crianças tendem a imitar o comportamento dos personagens que elas veem na televisão, o que aumenta os níveis de desobediência dentro das salas de aulas.

Reproduzido do FNDC.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Ensaio fotográfico de Jonathan Hobin: as crianças não são mais protegidas pelo horror da notícia e da mídia


"A influência das mídias no mundo infantil

Pesquisas comprovam que a mídia mais presente na vida das crianças é a televisão. A maioria delas acha que assistir TV é uma brincadeira. Muitas vezes sim, mas, como diz o velho ditado popular: “Nem tudo que brilha é ouro”. Existem certos horários e programas de TV que nem é bom elas estarem por perto para assistir, vista a infinidade de horrores que essa mídia traz – pois o público infantil projeta fantasias trazendo-as para o mundo real. Dito isso, não são recentes essas preocupações e indagações dos adultos em relação ao poder da imagem, das possíveis influências da violência televisiva e também dos jogos eletrônicos.

Baseado nessa linha de pensamento, o fotógrafo canadense Jonathan Hobin fez um ensaio querendo mostrar esse mundo cruel, onde as crianças não são mais protegidas pelo horror da notícia e da mídia. Revela ainda como as crianças já brincam de ser “gente grande”. A tragédia de 11 setembro nas Torres Gêmeas, a morte de Diana e American Idol são alguns dos temas apresentados nesta incrível série. Confira:"

Reproduzido de ClicRBS
28 abr 2011

Veja as fotografias do ensaio na página do ClicRBS clicando aqui.

In the Playroom by Jonathan Hobin 

"In the Playroom" is a metaphor for the impossibility of a protective space safe from the reach of modern media. The quizzical disposition of youth and the pervasive nature of the media are symbolically represented in my images through tableau-vivant re-enactments of the very current events that adults might wish to keep out of their child’s world. Just as children make a game of pretending to be adults as a way to prepare and ultimately take on these roles in later life, so too do they explore things that they hear or see, whether or not they completely understand the magnitude of the event or the implications of their play.

Reproduzido de Behance Network
2010

Veja álbuns na página de Jonathan Hobin clicando aqui.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Guy Debord: Sociedade do espetáculo


"Espetáculo: essa continua sendo a face mais visível da sociedade

Vez ou outra é bom relembrar certas ideias e conceitos que ajudam a lançar luz sobre o tempo presente e delinear os contornos do futuro. Uma dessas ideias é a que trabalha com o conceito de Sociedade do Espetáculo, pensado pelo escritor francês Guy Debord. Poucas teorias talvez reflitam tão bem nossos tempos de uma “modernidade moderna”.


O espetáculo alimenta-se e é alimentado pela anulação crescente do ser humano diante de um mundo tão cheio de coisas, imagens e pessoas. Alimenta-se do fácil, do descartável, daquilo que te endurece no lugar de te fazer conhecer por você mesmo, no lugar de te libertar. O espetáculo é o sintoma da pressa, da falta de tempo, da aceleração em que se converteram os nossos dias insanos e neuróticos.

O excesso do espetáculo é a melhor imagem para a falta do ser humano. É tanta luz, é tanta voz, tanto som, que diante dele ficamos cegos, mudos, surdos, e é exatamente isso que essa sociedade espera de nós! Para Debord, apenas a realização da arte, da poesia, da utopia, seria capaz de nos libertar!

Guy Debord em seu antifilme Sociedade do Espetáculo (1973) demonstra que a Revolução pode sim trazer a liberdade. Os Situacionistas, ou seja, aqueles que criam situações que propiciam o avanço e a materialização dos conceitos libertários conseguiriam pela proliferação de sua prática neutralizar o controle e o efeito nocivo que a televisão, o cinema e os gandes meios de comunicação exercem sobre as massas. O fim dessa repressão psicológica e física sobre o povo representaria a realização da arte, da poesia, da utopia. (descrição do vídeo no You Tube)."

Reproduzido da página de Educação Política: mídia, economia e cultura - por Glauco Cortez

Seu navegador não suporta o vídeo.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Não se engane: tem coisas que o seu filho não está preparado pra ver


Busque o filme e opine sobre sua classificação

Agora você pode se informar instantaneamente sobre a classificação indicativa daquele filme que você quer assistir com a família! É só se utilizar da nossa busca. Ela reúne informações de filmes e diz na hora qual a faixa etária recomendada. Para saber a classificação do filme clique aqui.

Classificação Indicativa

A atividade de Classificação Indicativa é exercida pelo Ministério da Justiça com fundamento na Constituição Federal de 1988 e no Estatuto da Criança e do Adolescente, a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.de 1990.

Em 1988 foi extinta Divisão de Censura de Diversões Públicas do Departamento da Polícia Federal — seguida da remoção gradual de toda e qualquer referência administrativa à censura exercida no âmbito do Ministério da Justiça.

Desde 1990, de acordo com a Portaria nº 773, de 19 de outubro de 1990, a competência de informar sobre a natureza das diversões e espetáculos públicos, as faixas etárias a que não se recomendem, bem como locais e horários em que sua apresentação se mostre inadequada para crianças e adolescentes é do Ministério da Justiça, classificando as obras como livres, exibição em qualquer horário; 12 anos, exibição após às 20 horas; 14 anos, exibição após às 21 horas; 18 anos, exibição após às 23 horas.

Com a publicação da Portaria nº 796, de 8 de setembro de 2000, foi acrescentada a faixa etária de 16 anos, exibição após às 22 horas; determinou-se que nos materiais de divulgação  de filmes, vídeos ou espetáculos públicos deve constar a Classificação Indicativa e que programas de “tele-sexo” só poderiam ser exibidos na madrugada. A mesma portaria reconheceu a atuação do Ministério Público na fiscalização da Classificação Indicativa.

A Portaria nº 1.597, de 2 de julho de 2004, acrescentou a faixa de 10 anos somente para cinema, vídeo e DVD, assim como permitiu a entrada de crianças ou adolescentes dois anos menores do que a faixa etária classificada, quando acompanhados por pais ou responsáveis, excluindo filmes inadequados para menores de 18 anos. Os critérios utilizados para a classificação indicativa também passaram a se referir a imagens de sexo, violência e drogas, excluindo-se a inadequação por “desvirtuamento dos valores éticos e morais”.

Após várias consultas públicas, foi publicada a Portaria nº 1.100, de 14 de julho de 2006, que estabeleceu novos procedimentos da Classificação Indicativa, como o fim da análise prévia para diversões e espetáculos públicos ao vivo, como peças teatrais, shows musicais e espetáculos circenses. Outras novidades foram o acréscimo da Classificação de jogos eletrônicos e RPGs, a criação do “Manual da Nova Classificação Indicativa”, do Grupo Permanente de Colaboradores Voluntários e da faixa “especialmente recomendado”. A Portaria também estabeleceu que pais e responsáveis poderiam permitir o acesso de crianças e adolescentes a qualquer obra ou diversão públicas, desde que não classificada como “não recomendada para menores de 18 anos”.

No início de 2007 foi publicada a Portaria nº 264, de 9 de fevereiro de 2007, voltada para a Classificação Indicativa de obras audiovisuais destinadas à televisão e congêneres. Essa Portaria foi submetida a um intenso debate público, que levou à publicação da Portaria nº 1.220, de 11 de julho de 2007, que vige atualmente. Nas duas Portarias foram introduzidas modificações importantes, como a criação da faixa etária de 10 anos também para televisão, a exigência de informações de Classificação Indicativa antes e durante a exibição de obras audiovisuais, por intermédio de imagens e textos em Português e em Língua Brasileira de Sinais, além do respeito aos fusos horários locais para a veiculação de programas. O debate público que levou à publicação da Portaria nº 1.220 trouxe o fim da análise prévia para programas televisivos e a isenção de Classificação Indicativa para publicidade, programas jornalísticos, esportivos ou eleitorais.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Governo e Congresso vão elaborar novas regras sobre concessão de TV


Governo e Congresso vão elaborar novas regras sobre concessão de TV

Câmara dos Deputados

O Ministério das Comunicações, a Câmara e o Senado vão elaborar novas regras para as concessões de rádio e televisão, com o objetivo de assegurar mais transparência e evitar o uso de laranjas nos processos de radiodifusão. O anúncio foi feito ontem, após reunião do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, com os presidentes das comissões de Ciência e Tecnologia da Câmara, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), e do Senado, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), e com o senador Walter Pinheiro (PT-BA).

Segundo reportagens publicadas em março passado pela Folha de S.Paulo, há comércio ilegal de concessões de rádio e TV no País e também o uso de laranjas para encobrir a identidade dos verdadeiros donos das emissoras. Algumas pessoas teriam confirmado ao jornal que emprestaram seus nomes. Além disso, foi constatado que pessoas de baixa renda estariam registradas como proprietárias de emissoras que têm valor milionário.

O deputado Bruno Araújo informou que grupos técnicos criados no Executivo, na Câmara e no Senado vão trabalhar em conjunto para propor as novas regras. Entre os novos critérios em estudo está a exigência de que os candidatos às concessões apresentem cópias das declarações do Imposto de Renda e comprovem capacidade financeira.

O assunto será novamente discutido no dia 27 de abril, em audiência pública no Senado.

Análise suspensa

Por causa das denúncias, a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara suspendeu na semana passada a votação mais de 400 projetos de decreto legislativo que autorizam ou renovam concessões de serviços de radiodifusão.

Na segunda-feira (11), a comissão instalou o grupo de trabalho para avaliar os procedimentos de análise dos atos de outorga e renovação de concessões. O grupo terá prazo de duas semanas para apresentar um estudo, que será elaborado com o apoio da Consultoria Legislativa da Câmara.

Inicialmente, a comissão vai retomar apenas a votação das concessões de emissoras educativas concedidas a fundações públicas.

Redação/PT
13/04/2011

Via Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, FNDC.