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sábado, 17 de dezembro de 2011

Marco Regulatório é tema central da revista Mídia Com Democracia


Marco Regulatório é tema central da revista MídiaComDemocracia

A 12ª edição da revista foi lançada durante a XVI Plenária do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação e já está disponível na internet

Comemorando 20 anos de existência, o FNDC publicou mais uma edição da revista MídiaComDemocracia, abordando os 20 pontos da Plataforma para um novo Marco Regulatório das Comunicações no Brasil. As duas décadas do FNDC também são celebradas com uma reportagem que resgata seus anos de luta, fazendo um balanço de suas vitórias e derrotas.

Mídia com Democracia trata também das recentes mobilizações digitais que se espalharam pelo mundo, tais como a Primavera Árabe e o Ocupe Wall Street. Os conselhos estaduais de comunicação social também são tema da publicação, que traz uma avaliação da situação dos mesmos no Brasil, especialmente nos casos da Bahia – onde a proposta já foi aprovada – e do Rio Grande do Sul – onde o projeto deve ser, em breve, encaminhado à Assembleia Legislativa.

A Classificação Indicativa, cuja constitucionalidade está sendo questionada no Supremo Tribunal Federal, também é contemplada na revista, contando com um artigo de Berenice Mendes, membro da Executiva Nacional do FNDC.

Ainda nesta edição, Bia Barbosa, integrante do Intervozes, faz uma análise dos avanços e retrocessos nas políticas de comunicação do Brasil em 2011.

Estes e outros conteúdos estão presentes na 12ª edição da revista MídiaComDemocracia, que já está disponível no site do FNDC.

Reproduzido de Redação . FNDC
15/12/2011

Leia também Primavera Árabe no especial da Carta Maior clicando aqui.

Conheça a página da Classificação Indicativa no Ministério da Justiça clicando aqui.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A pressa que desinforma


"A rapidez com que "envelhecem" as revistas semanais de informação é um dos sintomas de como os novos meios, reestruturados pelas redes sociais virtuais, afetam o jornalismo tradicional. Observe-se, por exemplo, como, já na segunda-feira desta semana, as reportagens publicadas nas revistas brasileiras sobre a revolução contra a ditadura no Egito pareciam superadas em relação ao que traziam os jornais.

O fenômeno ainda merece estudos mais aprofundados, mas é de se questionar que recursos precisarão inventar as publicações de periodicidade semanal para manter a atenção de seus leitores diante da dinâmica dos fatos.

Já se disse, nos anos 1990, quando começou a era da Internet, que jornais e revistas seriam obrigados a oferecer mais reflexão do que informação, mas não se pode afirmar que a profusão de colunas, artigos e outros penduricalhos esteja ajudando o leitor a entender melhor o contexto do noticiário. Persiste ainda, nos meios impressos, certa afobação em definir e explicar os acontecimentos, quando na verdade talvez esteja em curso a valorização gradual e segura do significado em lugar do opiniário puro e simples.

(...) As notícias de um retrocesso não combinavam com o relato do "front", transmitido dos telefones celulares de manifestantes para as redes da internet, dando conta de que Mubarak havia sido alijado da cúpula do governo. Só mais tarde, quando o comando militar divulgou o comunicado oficial informando sobre a destituição do ditador, a imprensa ocidental assumiu que o tirano havia caído.

Entretanto, desde a manhã as redes sociais refletiam o clima de festa no Cairo, porque os manifestantes haviam entendido que, ao ser deixado de fora da reunião da cúpula de governo, Mubarak estava claramente destituído. A imprensa tradicional só assumiu esse fato como verdadeiro após a divulgação de uma nota oficial do comando militar.

Quando a pressa em interpretar os fatos se sobrepõe ao cuidado na apuração e na análise, corre-se o risco de antepor a opinião do jornalista ao verdadeiro significado do acontecimento".

Por Luciano Martins Costa em 15/2/2011
Comentário para o programa radiofônico do OI, 15/2/2011

leia o texto completo no Observatório da Imprensa clicando aqui.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Regulação: restrição à propriedade cruzada é medida urgente


"É uma falácia afirmar que a convergência de mídias tornou obsoleta a discussão sobre propriedade cruzada. Formas de produção e circulação de dados e noticiários em diferentes plataformas não têm nada a ver com a propriedade cruzada. Esta diz respeito a organização societária dos conglomerados e, o mais importante, a sua abrangência sobre a sociedade.

(...) No Brasil uma nova lei de meios tem que dar conta, entre outras coisas, de dois tipos de regulação. Uma específica para o rádio e a TV cujos concessionários ocupam o espectro eletromagnético, escasso e finito. Outra dando conta da mídia em geral.

No primeiro caso, trata-se de um bem público (o espectro eletromagnético) utilizado por particulares que, por isso, devem se submeter a regras precisas de controle social.

(...) O segundo caso, referente aos jornais e revistas não tem nada a ver com isso. São empreendimentos particulares que trafegam por canais privados".

Laurindo Lalo Leal Filho

Leia o texto completo na Carta Maior clicando aqui.

Matéria relacionada: "Mudanças nas comunicações geram especulação na mídia", da Redação do Portal Vermelho, clicando aqui.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A velha mídia está derretendo


"Pesquisa aponta que quase 60% das pessoas acham que as notícias veiculadas pela imprensa brasileira são tendenciosas. Oito em cada dez brasileiros acreditam muito pouco ou não acreditam no que a imprensa veicula. Quanto maior o nível de renda e de escolaridade do brasileiro, maior o senso crítico em relação ao que a mídia veicula.
Como um iceberg a navegar em águas quentes e turbulentas, a velha mídia está derretendo. O mundo está mudando, o Brasil é outro e os brasileiros desenvolvem, aceleradamente, novos hábitos de informação". 


Leia o artigo compelto na Carta Maior clicando aqui.