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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Blogs mantidos em portais são mais lidos que jornais impressos


Blogs mantidos em portais são mais lidos que jornais impressos

Izabela Vasconcelos
Comunique-se
20/07/2011

Você sabe a abrangência de um blog? Com 73 milhões de internautas no Brasil, em alguns casos, ela pode ser maior que a dos jornais impressos. É o caso dos blogs de Juca Kfouri (UOL), Patrícia Kogut, Fernando Moreira, Ricardo Noblat (O Globo) e Marcelo Tas (Terra). A maioria deles supera a circulação dos dez maiores jornais brasileiros, que variam entre 295 e 125 mil exemplares diários, de acordo com dados da Associação Nacional de Jornais (ANJ).

O blog de Patrícia Kogut, que aborda cultura e televisão, atinge mais de cinco milhões de leitores por mês (visitantes únicos), com 14 milhões de páginas visualizadas.

O blog de esportes de Juca Kfouri chega a ter três milhões de visitantes únicos por mês, com quase cinco milhões de visualizações de página.

Fernando Moreira, do Page Not Found, com assuntos inusitados, se destaca com uma média de quatro milhões de páginas visualizadas mensalmente, com 1,7 milhão de visitantes únicos.

Ricardo Noblat, que cobre política, aparece com uma média de 257 mil visitantes únicos/mês (mais de um milhão de page views), e Marcelo Tas, apresentador do CQC, com 200 mil/mês, com picos de 300 mil.

Blogs são aliados do impresso

Apesar da diferença no número de leitores, os blogs e os jornais/portais, não aparecem como rivais, mas se complementam, já que os donos de grandes veículos mantêm as páginas líderes de audiência hospedadas em seus sites, como é o caso do UOL/Folha, O Globo e Terra.

Reproduzido do clipping FNDC

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Redes sociais e 'twitteratura' aproximam o aluno do professor


Especialista defende utilização das redes sociais como forma de prender atenção dos alunos nos conteúdos

Com informações rápidas em 140 caracteres e com uma infinidade de imagens, vídeos e links online, o maior desafio dos educadores atualmente é criar mecanismos que prendam a atenção dos alunos nos conteúdos escolares. Alguns professores perceberam que a solução para conquistar os estudantes é levar a sala de aula para o principal meio de socialização dos jovens: as redes sociais.

Enquanto o professor explica o conteúdo no quadro negro, os alunos recebem pelo microblog Twitter atualizações com links de imagens e vídeos relacionados ao que é ensinado. Depois, os alunos têm a tarefa de buscar informações adicionais e tuitar a descoberta para o educador. Assim, a escola vence as fronteiras da sala de aula e proporciona a estudantes e professores interagirem presencial e virtualmente.
O cenário descrito acima é considerado ideal para José Armando Valente, pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação da Universidade de Capinas (Unicamp). Segundo ele, é nas redes sociais que os jovens buscam notícias, atualizações e também se relacionam com amigos. Por que não fazer uso deste meio para que eles socializem com os professores e busquem informações sobre os conteúdos aprendidos em sala de aula?

Muitos profissionais decidiram colocar a ideia em prática e acabaram conquistando a atenção dos alunos. É o caso de Roberto Carlos de Souza, professor de literatura que criou um concurso de "twitteratura" na escola Crescer PHD, de Vitória (ES). O projeto, aplicado nas turmas de ensino fundamental, consistia em publicar pequenos contos de 140 caracteres no Twitter. "Antes de realizar a atividade, eu dei duas aulas sobre redes sociais e expliquei a diferença da linguagem e da escrita utilizadas na sala de aula para aquelas usadas nas redes sociais", afirma o educador.

Leia o texto completo no Portal Terra Clicando aqui.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Era da Informação: dados demais, filtros de menos?


"Há pouco mais de um ano, este blog publicou um texto sobre o "dilúvio informacional" dentro do qual tentamos navegar no imenso oceano de dados em rede do mundo contemporâneo, para entender um pouco da era da informação e do conhecimento. nosso ponto de partida foi um relatório especial da Economist sobre como estamos gerando dados e vivendo cercados por eles, quase sem ter como escapar.

Inclusive porque já estamos na situação em que a torrente de informação gerada por pessoas e sistemas, informatizados e conectados, já não tem nem mais onde ser guardada, como mostra o gráfico ao lado. e isso há tempos: desde 2007, se cria bem mais informação do que os sistemas de arquivos podem armazenar. mas não é só a criação que importa, é o fluxo de informação também: segundo a CISCO, o tráfego global na internet cresceu 45% em um ano [entre 2009 e 2010], chegando a 15 exabytes por mês. e os sinais são de que tal fluxo será quatro vezes maior em 2014, chegando a 767 exabytes no ano. leve em conta que um exabyte é um quintilhão de bytes, algo com nada menos que 18 zeros depois do 1… e pense no volume de dados indo de um ponto a outro na rede mundial.


Sílvio Meira

Leia o texto completo na página do Terra Magazine clicando aqui.

Via Educação Política por Glauco Cortez.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Escola americana adota iPad como material escolar


O iPad está virando um objeto tão comum na vida dos americanos que uma escola no Estado americano do Tennessee está adotando a tablet como parte do material escolar.

Leia mais na página do Mac + Terra clicando aqui.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Facebook é a nova fronteira na relação entre pais e filhos


"Cerca de dois terços dos adolescentes norte-americanos se sentem confortáveis o bastante com relação a seus pais para tê-los como amigos no Facebook, de acordo com um novo estudo. Mas 16% dos jovens pesquisados afirmaram que aceitar os pais em suas listas de amigos era uma precondição para que pudessem aderir ao site de redes sociais, e 38% dizem ter ignorado pedidos dos pais para inclusão em sua lista de amigos.

"O Facebook... continua a ser a nova fronteira no relacionamento entre pais e filhos, que está em constante desenvolvimento," disse Kristen Campbell, da Kaplan Test Prep, que entrevistou 2.313 estudantes norte-americanos com idades dos 16 aos 18 anos sobre as tendências das redes sociais.

O estudo demonstrou que 65% dos estudantes "não estão se escondendo, e isso é positivo", disse Campbell, diretora executiva da empresa, que desenvolve programas preparatórios para testes de admissão universitária. Para muitos norte-americanos jovens, o Facebook oferece a oportunidade de se manterem independentes dos pais, de acordo com Campbell.

"Ainda que os pais estejam muito envolvidos e muito ativos, o Facebook permite que os jovens exercitem sua independência", explicou. "Eles desejam que pelo menos certas porções de suas vidas sejam privadas." Em certos casos, pais e filhos decidem de comum acordo manter separação em suas vidas na rede. Ainda que muitos filhos ignorem os pedidos de inclusão dos pais, 82% dos adolescentes reportam que seus pais estão "muito envolvidos" ou "algo envolvidos" em suas vidas acadêmicas.

Campbell descreve o Facebook como passo natural de conexão para uma geração que cresceu com a internet. "Essa é uma geração que se comunica eletronicamente, e agora as linhas de comunicação estão abertas de novas maneiras," afirmou".

Portal Terra Notícias

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Redes sociais e confiabilidade das informações


"A questão da confiabilidade em redes sociais é polêmica, envolve desejos modernos e mitos jornalísticos em um paradigma em que, no centro, está o leitor. Afinal, o leitor, ou usuário, consegue fazer a transição do jornal tradicional para as informações em redes sociais de forma plena? Para discutir este assunto, que dividiu as opiniões no painel, a Campus Party Brasil recebeu Demi Getschko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação (NIC.br) do Comitê Gestor da Internet no Brasil; Ana Brambilla, jornalista e editora de Mídias Sociais do portal Terra; Alexandre Matias, editor do caderno Link do jornal O Estado de SP; o diretor editorial da Tambor, André Forastieri e, como mediador, o especialista em cultura digital Gil Giardelli.

Segundo eles, algumas questões são imutáveis, como a necessidade de checar as informações divulgadas em redes sociais e, principalmente, verificar a veracidade do perfil ligado à celebridade, ao político ou à organização. "Na rede, é preciso ter olhar crítico", afirmou Matias.

Para Getschko, as redes sociais são uma transformação do modelo tradicional do jornalismo, que, para o bem ou para o mal, vai se consolidar cada vez mais. "A natureza da profissão muda, as pessoas e a forma como ela é feita também. Algumas profissões como a de datilógrafa, por exemplo, não existem mais. O mundo se adapta", falou".

Rafael Maia . Portal Terra/Notícias

Leia o texto acima complete na página de clipping da FNDC clicando aqui.